Olá, vizinho/a!
Amanhã é o nosso dia, o Dia do Vizinho!
O seu e o nosso, porque somos vizinhos nesta cidade que às vezes parece muito grande e outras parece uma aldeia. É assim que nos vemos, aqui na Mensagem. Como um vizinho com quem pode contar para lhe dizer não apenas o que se passa em Lisboa, mas o que é Lisboa. A quem quase apetece bater à porta a pedir salsa. Por isso, sim, amanhã é o nosso dia – embora a data, o dia 28 de maio, não seja unânime para esta celebração.
Este ano pode comemorá-lo com a Mensagem ao ombro.
Aproveitamos este dia para lançar o nosso (nosso e seu) saco (tote bag) com uma ilustração exclusiva de Nuno Saraiva, que é uma espécie de dupla comemoração, dos Santos Populares e dos 50 anos do 25 de Abril.

A compra deste saco é ainda uma outra comemoração: da sua relação com a Mensagem, do seu apoio ao jornalismo de proximidade e de comunidade, da partilha deste sentido de… vizinhança.
Compre aqui:
Por aqui, na Mensagem, vamos continuar a fazer o nosso jornalismo com a comunidade, não apenas sobre.
O mais recente exemplo disso é este podcast feito pelo Airton Cesar Monteiro, um jovem vizinho de Chelas que fez parte do nosso projeto Narrativas, naquele bairro. Nesta série feita por ele – depois do trabalho feito com a Mensagem -, e coordenada pela Catarina Reis, o Airton percorre o bairro ao longo de cinco crónicas, também em áudio, para contar como o futebol tem marcado Chelas e quem aqui vive – como aconteceu com ele próprio.
O CF Chelas é protagonista do primeiro episódio de “Chelas é Futebol”, para ler e ouvir aqui:
Fazer este jornalismo com as pessoas significa que nos afastamos dos cânones habituais, que muitas vezes são artificiais, e criamos raízes comuns.
Por exemplo, alguém já se tinha lembrado de ir dar dois dedos de conversa com o Sr. João que, aos 87 anos, continua à frente da cozinha do Pirilampo, em Alvalade, como fez o nosso Álvaro Filho? É para isso que aqui estamos.
Ou, como dizia o professor de jornalismo Damien Radcliffe, numa newsletter já citada aqui (Reimagining Journalism: taking a community-centered approach), “cuidar da comunidade, destacar pessoas e grupos interessantes na comunidade, compreender a comunidade local e oferecer soluções para os problemas da comunidade”. É isto.
Mas nada disto vale nada sem a sua presença neste círculo, nesta comunidade. E também por isso queremos agradecer-lhe: obrigada por estar connosco, vizinho ou vizinha!
P.S.: Já ouviu falar do projeto que se prepara para substituir (durante o tempo do restauro) os quadros da nossa sede emocional, a Brasileira do Chiado, por exemplares de artistas emergentes? É um concurso e está a levantar muita curiosidade – até por toda a história de modernidade e da tradição desta autêntica Galeria de Arte em que se tornou o café mais emblemático de Lisboa. Saiba tudo aqui:
Brasileira do Chiado abre concurso para nova coleção de quadros, 100 anos depois da primeira vaga
Até para a semana!

Catarina Carvalho
Co-fundadora e diretora






