Maria do Rosário Pedreira

Nasceu em Lisboa e nunca pensou viver noutra cidade. É editora, tendo-se especializado na descoberta de novos autores portugueses. Escreve poesia, ficção, crónica e literatura infanto-juvenil, estando traduzida em várias línguas. Tem um blogue sobre livros e edição e é letrista de fado.


O fado no cinema

Não foi preciso chegarem os filmes sonoros para o fado ser abordado no cinema. A canção de Lisboa – que daria, aliás, título a um dos mais emblemáticos filmes portugueses – andou sempre de mão dada com a sétima arte.

Choram as guitarras

Apesar de autodidacta (aprendeu a tocar com o pai e com as guitarradas que ouvia no rádio), António Chainho foi fundamental na criação de uma Escola de Guitarra, fundada para preservar e difundir o instrumento português.

Rádio: um aliado poderoso

A rádio foi essencial na difusão do fado. Nos anos trinta, ainda com poucos aparelhos disponíveis, os portugueses reuniam-se na casa de um vizinho ou num café para acompanharem a transmissão de fados ao vivo ou ouvir discos que começavam a ser gravados.