Veio para Lisboa estudar Literatura em 2012. Daqui só saiu para o Brasil, onde, à portuguesa, teve saudades dia e noite. Regressada, escreveu Lisboa, chão sagrado e a cidade foi a diva onde se perderam personagens. Anos depois, numa casa em Benfica, foi ao Médio Oriente e escreveu Palavra do Senhor. Para os de cá, tem sotaque minhoto; para os de lá, engravatado.


Lisboa de calções

“Mas pelo menos não pomos Conselhos de Ministros a discutir hipotéticos truques de magia, nem Presidentes de Câmara a fazer comícios sobre magos pérfidos que dão cabo do corpo à multidão.” Nova crónica da série “Maningue giro”: cartas entre Lisboa e Maputo.

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