Veio para Lisboa estudar Literatura em 2012. Daqui só saiu para o Brasil, onde, à portuguesa, teve saudades dia e noite. Regressada, escreveu Lisboa, chão sagrado e a cidade foi a diva onde se perderam personagens. Anos depois, numa casa em Benfica, foi ao Médio Oriente e escreveu Palavra do Senhor. Para os de cá, tem sotaque minhoto; para os de lá, engravatado.


Príncipe Quive a chegar a Portugal

“O príncipe da literatura moçambicana, tal como qualquer presidente, não precisará de rodriguinhos, e poderá calcar o chão de Lisboa a seu bel-prazer.” Novo texto da série “Maningue giro”: cartas entre Lisboa e Maputo.

Que farei eu com Ana Bárbara Pedrosa

“O teu nome não dá jeito à zanga, mas podes crer: estou aos berros, com os dedos a bater no teclado com força, a suar em dobro — 30 graus de calor, mais 30 de fúria desobediente. Desobediente. Isso lembra-nos alguém de quem gostamos, a Patrícia Reis, a Maria Teresa Horta, que é uma poeta das grandes.” Novo texto da série “Maningue giro”: cartas entre Lisboa e Maputo.

Golpe de Quive

“Seja como for, achava que tínhamos perdido o Moçambique-Eswatini por motivos de força maior, por golpe de azar, não golpe de Quive. E vai ser difícil engolir esta: em que outra altura da vida julgarás tu que voltarei a ter a oportunidade de ver em casa uma eliminatória para a Copa africana sob cinzas pelo ar?!”. Novo texto da série “Maningue giro”: cartas entre Lisboa e Maputo.

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