Caíram de uma mota e levantaram um clube: os estudantes do Técnico que estão a reerguer o Unidos do Cacém
Tomás Antunes e Afonso Garcia descobriram o Clube Unidos do Cacém ( C.U.C) num regresso a casa a pé, viram miúdos a jogar e um campo degradado e foi o suficiente para ficarem. Provam que o associativismo de bairro não está morto – só precisava de um clique (e de um susto de mota).
Um dos últimos residentes da Baixa tem 17 anos, é campeão mundial… e tetraneto de Eça de Queiroz
Entre o ringue e a herança literária, Inácio Barata luta para manter a guarda alta numa cidade (e rua) em mutação.
Lisboa está a voltar a gostar dela própria: quando um dos maiores arquivos de música do país decide parar em Lisboa
Depois de mais de uma década a mapear os sons profundos de um país rural e invisível, o realizador Tiago Pereira vira agora a sua lente para o pulsar urbano da capital. Através de uma parceria entre a Mensagem de Lisboa e o projeto Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, nasce “Lisboa a Voltar a Gostar Dela Própria”: uma série semanal que resgata a identidade sonora dos bairros, começando pelas ruas de Benfica e do Bairro da Boavista.
Uma loja em Lisboa por… 1 euro? O caso insólito de um trespasse no Mercado de Santa Clara é um gesto de amor por uma “Lisboa descaracterizada”
Bruno Machado pôs o negócio no Mercado de Santa Clara para trespasse por 250 mil euros. Reformulou o anúncio e agora o ponto de partida para negociar é… um euro. Por trás desta história, está uma declaração de amor a Lisboa.
Atenas, Suécia, Suíça, Bélgica e Itália: a viagem de um temaki até aportar em Alvalade
O sushiman lisboeta Francisco Duarte, também conhecido como Kiko, andou de restaurante em restaurante pela Europa, antes de decidir abrir a sua própria casa, a Temakiko, na rua Acácio de Paiva 8C.
Fechou, mas não morreu: a farmácia histórica que Lisboa ainda pode recuperar
Ao longo de 90 anos, a Farmácia Gomes, também conhecida por Farmácia LAB, fez o que muitas lojas antigas de Lisboa já não conseguiram: manteve-se igual enquanto a cidade mudava à sua volta. Fechou portas há dois anos, mas não foi descaracterizada, vendida ao desbarato ou transformada noutra coisa qualquer. Está intacta – e há herdeiros a lutar por ela.
A feijoada de Natal da Luísa está de volta: a mulher que todos os anos retribui ao bairro que lhe estendeu as mãos
A lisboeta Luísa, vinda de Angola, viveu dias e noites dramáticas na cidade que a acolheu. Esse tempo em que foi prostituta ficou para trás com a ajuda de amigos e vizinhos. Há dez anos que retribui com uma refeição solidária – este ano, acontece nos Jardins do Bombarda, dia 14. A entrada é livre.
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