Nos Anjos, um chef indiano refaz a rota de Vasco da Gama e fala de colonialismo à mesa do restaurante
O restaurante Kerala foge dos pratos tradicionais e usa as mesmas especiarias trazidas nas caravelas para provar que as aventuras de Vasco da Gama na Índia valeu mais do que a pena. Na mesa, há um livro de História, que não descarta reflexões sobre a violência do processo colonial.
Sandrina Martins ajudou a transformar um mercado abandonado de Paris numa referência cultural. Pode Arroios seguir o exemplo?
O Festival TODOS traz a Arroios, ao Mercado do Forno do Tijolo, a mulher por detrás da renovação do Carreau du Temple, em Paris – uma referência cultural na cidade.
Alvalade: a roulotte de pão que alimenta o espírito de bairro está em risco de desaparecer
É assim desde 1979, quando Lurdes Nascimento conseguiu regularizar-se e estacionar a roulotte no passeio. Um negócio de família ao serviço das famílias de Alvalade, com pão vindo da Guarda de 15 em 15 dias… e já salvo por um vizinho.
Em Arroios, quase tudo mudou desde há 124 anos. Não esta retrosaria
Fundada em 1902, a Retrosaria Borges não tem letreiro cá fora, para cortar custos, mas lá dentro continua a alinhavar a memória de uma Lisboa que está a desaparecer: a dos velhos ofícios.
“Arranja-me um bom livro para ler?” O repórter que cuida da mais pequena biblioteca de Alcântara
No jardim Avelar Brotero, em Alcântara, uma pequena biblioteca tornou-se um ponto de troca de livros para todos os fregueses. Entre quem deixa e quem leva, há um rosto que assegura o seu funcionamento todos os dias: Joaquim Marçal.
Lá Fora, a vida dá filmes e eterniza-se na Galeria Arte Graça por três semanas
Na Rua da Graça, a porta da Galeria Arte Graça está quase sempre aberta. Quem lá expõe tem a chave e recebe quem aparece. De 9 a 26 de julho é Manuel Ferreira Chaves quem lá está, com as fotografias a preto e branco de uma Lisboa de instantes, onde as vidas dão filmes. A exposição chama-se Lá Fora e ainda pode ser vista até domingo.
No 2 de Maio, os avós do bairro trouxeram as trouxas à cabeça. Agora, os netos juntam-se a eles com música e câmaras
A partir de 18 de julho, avós e netos do Bairro 2 de Maio, na Ajuda, vão trocar o silêncio das tardes de semana por música, câmaras e histórias contadas por eles próprios. É o arranque do projeto “Pelos Olhos Cantamos”, da Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, que durante os próximos dois anos vai documentar a memória do bairro através da arte – com a ajuda de quem lá vive.
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