Em Arroios, quase tudo mudou desde há 124 anos. Não esta retrosaria
Fundada em 1902, a Retrosaria Borges não tem letreiro cá fora, para cortar custos, mas lá dentro continua a alinhavar a memória de uma Lisboa que está a desaparecer: a dos velhos ofícios.
Gifford Miller trouxe o mundo à bancada do Atlético de Alcântara. E os sócios de sempre, o que dizem?
Estrangeiros e turistas vêm agora ver os jogos do Atlético. A SAD começou a ser gerida pelo norte-americano Gifford Miller, que quer solidificar a comunidade e abrir o clube a adeptos vindos dos quatro cantos do mundo. Quem são os novos e velhos adeptos deste histórico de Alcântara e Lisboa?
“Arranja-me um bom livro para ler?” O repórter que cuida da mais pequena biblioteca de Alcântara
No jardim Avelar Brotero, em Alcântara, uma pequena biblioteca tornou-se um ponto de troca de livros para todos os fregueses. Entre quem deixa e quem leva, há um rosto que assegura o seu funcionamento todos os dias: Joaquim Marçal.
Mensagem vence bolsa europeia para finalmente explicar: quem são os donos de Lisboa
Nos próximos meses, o trabalho da Mensagem vai mostrar como a propriedade de Lisboa mudou nos últimos anos e o impacto na grande crise da cidade: a habitação. A proposta venceu a bolsa do Journalism Science Alliance, juntando jornalistas e investigadores para encontrar respostas.
No Campo Grande, há um terraço que conta aviões
A cada 3 minutos, uma pequena estação instalada por António Boaventura no seu terraço no Campo Grande fotografa os gigantes que cruzam o céu de Lisboa, mede o ruído e identifica rapidamente o modelo da aeronave. “Uma brincadeira” que deu origem à Lisbon Finals.
Por que é que Lisboa começou a correr em grupo… até na véspera de Natal? A febre dos running clubs
Ao fim do dia, dezenas de pessoas tomam conta das ruas de Lisboa, com roupa de treino e sapatilhas calçadas. Quem são eles? E, afinal, os runnings clubs podem ser um “bom medicamento”?
Tia Lininha servia cafés e carinho na cantina da Nova na FCSH. 45 anos depois, é hora de partir
Com a entrega da cantina a privados, alunos, professores e funcionários da FCSH ficarão órfãos da simpatia da funcionária que trata a todos por “filho”, “filha” ou ainda “amore”, independente de quem está do outro lado do balcão.
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