É escritora. No seu primeiro romance, descreve a plumagem do Passeio Público e, no segundo, as saudades dos que partiram do Cais das Colunas. Os cafés de Lisboa são escritórios convenientes e o rio o repouso dos olhos. 


Amor e uma Roulotte, ou os subúrbios de Lisboa a 200 km

Em Agosto, os subúrbios de Lisboa prolongavam-se por mais de 200 quilómetros, até ao parque de campismo de Melides. Um alvéolo 9x6m na zona com mais pinheiros – e, por isso, com mais sombras – pago a prestações todos os meses era, durante os anos noventa, o oásis motivacional dos utentes diários da linha de…

Vamos matar um escritor

Há uma coisa que só acontece em Lisboa: elétricos empancados à espera de que os donos dos automóveis largados sobre os carris retornem ao veículo. Os passageiros reclamam contra a falta de respeito, o motorista põe a cabeça de fora e grita “seu camelo”, a vendedora dos jornais interpela o turista parado no multibanco, apontando…

O segredo indizível dos jardins lisboetas

Há um segredo indizível dos jardins lisboetas na primavera. Serão vários os segredos dirão, mas o cordão que tecem forma um corpo único de várias cabeças. O segredo dos jardins de Lisboa não poderia ocorrer nos jardins românticos de Paris, arranjados para ir ao baile como arbustos domados por gostos snobes ou esborratados nos quadros…

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