Entre julho e dezembro, a redação da Mensagem vai integrar o programa de formação da Oxford Climate Journalism Network (OCJN) para jornalismo climático, uma iniciativa do Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo, na Universidade de Oxford.
Lançado em 2022, a rede de jornalismo climático tem como objetivo dar apoio a uma comunidade global de jornalistas de várias especialidades e plataformas, promovendo a melhoria da qualidade e do impacto da cobertura climática em todo o mundo. É isso a que nos vamos comprometer também.
Em plena crise climática, a presença da Mensagem neste programa representa o compromisso da nossa redação na expansão, desenvolvimento e melhoria da cobertura das alterações climáticas em Lisboa em todos os seus aspetos – sociais, ambientais, culturais, económicos.

O programa, onde o jornalista Frederico Raposo estará em representação da Mensagem de Lisboa, vai permitir a troca de experiências entre jornalistas de várias realidades e culturas, oferecendo ainda sessões com especialistas que apoiarão a redação da Mensagem na tarefa de aplicar melhor a dimensão climática, de forma transversal, no trabalho diário.
Até ao momento, mais de 400 jornalistas de mais de uma centena de países participaram no programa.
E este é um assunto urgente em Lisboa, onde, ao longo dos últimos anos, os fenómenos meteorológicos extremos têm vindo a intensificar-se e a cidade tem vindo a deparar-se com a necessidade crescente de adaptação e mitigação – tanto em relação a cheias e inundações como à seca e ao calor.
Atualmente, decorre uma das maiores obras das últimas décadas em Lisboa – o Plano Geral de Drenagem – com a construção de dois grandes túneis e bacias de retenção. A obra tem como objetivo preparar a cidade para o próximo século de episódios cada vez mais extremos de precipitação, e tem um custo estimado em cerca de 250 milhões de euros.
Em 2022, recorde-se, Lisboa foi escolhida pela Comissão Europeia para integrar um lote de 100 cidades que antecipam o objetivo da neutralidade carbónica para 2030 – uma meta que anteriormente estava fixada para 2050. Apesar da ambição, e numa altura em que faltam pouco mais de cinco anos para a meta, os níveis de trânsito em Lisboa não param de aumentar e superam já valores pré-pandemia. No Plano de Ação Climática, o município assume o objetivo de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 70% até 2030, face a valores de 2002.
Recorde aqui alguns dos artigos publicados pela Mensagem sobre clima e alterações climáticas em Lisboa:

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Aproveitem e… bom trabalho. E se uma f0to ainda vale mil palavras, gostei de ver Ferreira Fernandes rodeado por jovens (onde incluo a Catarina Carvalho).