
Jornalista e escritor brasileiro, 51 anos, há seis em Lisboa. Foi repórter, colunista e editor no Jornal do Commercio, correspondente da Folha de S. Paulo, comentador desportivo no SporTV e na rádio CBN, além de escrever para O Corvo e o Diário de Notícias. Cobriu Mundiais, Olimpíadas, eleições, protestos – num projeto de “mobile journalism” chamado Repórtatil – e, agora, chegou a vez de cobrir e, principalmente, descobrir Lisboa.
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Gifford Miller trouxe o mundo à bancada do Atlético de Alcântara. E os sócios de sempre, o que dizem?
Estrangeiros e turistas vêm agora ver os jogos do Atlético. A SAD começou a ser gerida pelo norte-americano Gifford Miller, que quer solidificar a comunidade e abrir o clube a adeptos vindos dos quatro cantos do mundo. Quem são os novos e velhos adeptos deste histórico de Alcântara e Lisboa?
Cinco mulheres ao serviço das histórias (escondidas) no bairro da Graça
Cinco mulheres lisboetas, com a orientação da Mensagem de Lisboa, assumirem o papel de “repórteres de bairro” para contarem histórias no bairro da Graça. Uma iniciativa do projeto BIP/ZIP Vida com Graça, dinamizado pela Cooperativa Criar Cidade.
Sua excelência, o senhorio
Já pensou ter um teto seu e ainda outro para atirar às feras da arena imobiliária? E como metade do dinheiro que entra em Portugal é para investir no negócio, o senhorio vai cada vez mais farmar aura. Por isso, já decidi: na outra encarnação, quero vir senhorio.
A odisseia do imigrante “ilegal” Ulisses no seu regresso a Lisboa
Ao voltar a Olisipo que leva o seu nome, o herói grego sem visto de residência é um centauro moderno, metade homem, metade rodas, numa bicicleta de entrega de comida. Apenas um dos tantos castigos reservados aos imigrantes “ilegais”, esquecidos pelos homens e deuses.
Tia Lininha servia cafés e carinho na cantina da Nova na FCSH. 45 anos depois, é hora de partir
Com a entrega da cantina a privados, alunos, professores e funcionários da FCSH ficarão órfãos da simpatia da funcionária que trata a todos por “filho”, “filha” ou ainda “amore”, independente de quem está do outro lado do balcão.
Lisboa aprendeu a sambar
Quem diria que entre os tantos efeitos colaterais da imigração brasileira estaria o remédio para a cintura dura dos tugas? O lisboeta percebeu, o samba é resistência, não se samba de cabeça baixa. E do jeito que Lisboa anda, menos Lisboa do que nunca, sambar é resistir.
Eliseo Tarlattini, o italiano que levou a Conchanata (e o cone XXL) para a Costa da Caparica
Depois de ajudar a construir a história e a reputação da “irmã” lisboeta de um dos melhores gelados da cidade, Eliseo Tarlattini atravessou o Tejo para levar à Costa da Caparica a arte aprendida com o avô. Uma história que une sabor, sangue e coração.
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