
Olá vizinho, olá vizinha!
Hoje venho fazer-lhe um convite.
Venha assistir à Mensagem de Lisboa… mas num palco. Sim. É isso mesmo. Já imaginou? As nossas histórias, as que deliciam, inspiram e informam, todos os dias, mas contadas pelos seus protagonistas… Eles e elas ali mesmo em carne e osso, no palco, a contá-las com um grão na voz, com um sorriso na alma ou com um frio na espinha… Ou falar com os jornalistas que as descobriram? Histórias transformadas em números musicais? Ou, porque não, um rap? Já pensou? Conhecer assim de perto os heróis da nossa cidade?
Vai mesmo acontecer e é para isso que quero convidá-la – ou convidá-lo: no próximo dia 14 de dezembro, pelas 15h, na Sala Bernardo Sassetti (Jardim de Inverno) do Teatro Municipal São Luiz, temos a primeira edição da Mensagem ao Vivo.
Seguem-se outras, mensalmente, até julho.
Quem quiser vir, venha! Não é preciso comprar bilhetes mas estes têm de ser levantados na bilheteira do teatro, uma hora antes da sessão. Gostavamos de pedir a quem estiver mesmo interessado em vir, que se inscreva neste link – apesar de não garantirmos o bilhete podemos assim ter a noção com quantas pessoas podemos contar.
Qualquer dúvida, pode também mandar um mail à nossa produtora Ana Narciso: ana.narciso@amensagem.pt
Nesta aventura, contámos, desde a primeira hora, com o entusiasmo de Miguel Loureiro, diretor, e de toda a equipa de produção e comunicação do TMSL e da Lisboa Cultura, a quem muito agradecemos.
Na primeira edição temos o apoio da Optocentro, que nos contou uma das histórias que estará em palco.
Durante toda a edição, Nuno Saraiva fará uma ilustração ao vivo.
A ideia de fazer Jornalismo ao vivo vem desde o início da Mensagem, com inspiração no que faziam vários meios de comunicação social internacionais, desde o Le Monde Festival à Pop Up Magazine, americana, e a DoR, na Roménia. Faz todo o sentido, sendo nós um jornal comunitário, feito para contar as histórias desconhecidas da nossa cidade.
A experiência que mais nos inspirou foi a experiência do Diario Vivo, em Espanha – que não tem existência física a não ser a dos espetáculos nos teatros de Madrid. O primeiro foi numa discoteca em 2017. “As pessoas estranharam, não sabiam bem em que consistia o espetáculo, mas tínhamos seis narradores muito bons, e eu creio que, no final, as pessoas ficaram surpreendidas, emocionadas e intrigadas”, diz François Mousseau, o fundador.
Este tipo de jornalismo “em direto” e em “carne e osso” tem um objetivo comum: que a partilha e interação direta com o público faça aumentar os laços de confiança entre os jornalistas e as suas comunidades. Numa época caracterizada pela “news avoidance”, o ato de evitar notícias, o jornalismo ao vivo espera recuperar parte da confiança entre os consumidores de notícias e os que as fazem.
Apesar de se passar num palco, o Jornalismo ao Vivo não é teatro. Digamos que há uma certa encenação, que substitui o que num jornal escrito é edição. No caso das edições Ao Vivo da Mensagem, teremos sobretudo dois formatos: pessoas a contarem as suas histórias e jornalistas a contarem as histórias que seguiram.
A primeira será Lisboa Invisível e tem o apoio da Optocentro.
Se quiser assistir, inscreva-se aqui ou mande-nos um email para termos em conta o seu interesse.
Contamos consigo?
Até já!
Ana da Cunha









