É entre as 17h e as 19h, à hora da pequena fome vespertina e do frio do anoitecer de outono, que sentimos no caminho de casa o cheiro delas. “Quentes e boas”, apregoa um fado antigo ou uma memória distante; mais silenciosa agora, continua viva esta tradição na nossa Lisboa. E são muitos os lisboetas […]
