José Leite entrou na Livraria Sá da Costa, a poucos metros d’A Brasileira, no Chiado e postou-se frente às estantes de olisipografia. Retirou uma obra editada pela Expo 98 sobre o “pavilhão dos oceanos” (o Oceanário), folheou brevemente e voltou a arrumá-la; na mesma prateleira estavam alguns volumes da incontornável Lisboa Desaparecida, de Marina Tavares […]
