
O Rossio e a Lisboa das Invasões Francesas revelados num quadro misterioso… e não só!
No quadro que já não se chama “Junot passando revista às tropas no Rossio”, e está até setembro no Museu de Lisboa, descobre-se Lisboas de 1808, da elite ao primeiro engraxador (?). Uma autêntica BD de época. A segunda parte do episódio de Fala-me de ti, Lisboa.
O que nos conta de Lisboa o mistério do quadro onde não estava, afinal, Junot
Uma exposição no Museu de Lisboa recupera um quadro perdido para os olhos do público, torna-o anónimo, e dá a descobrir outros pintores, e uma Lisboa com tanto para contar, nas Invasões Francesas. 14º episódio da série Fala-me de Ti. Lisboa. E a história continua…
Estou muito contente com o que a Mensagem faz: mostrar que os racistas são burros
Alguém, um canalha, resolveu procurar uma foto de alguém para insinuar que os negros portugueses são bêbados e atropelam.
Viva o centenário (eu sei, são ainda só 90) do Mário Zambujal!
Neste 13º episódio da série Fala-me de ti Lisboa, uma homagem às ruas de Mário Zambujal que morreu a 12 de março de 2026, poucos dias depois de ter feito 90 anos.
Luís Neves é a normalidade no poder
É de esperar o eco social que um político destes vai causar. Ter o Luís Neves ministro da segurança é aguardar, um dia destes, a manchete no Correio da Manhã: “Ministro da Polícia convidado a almoçar na Buraca!”
Benfica: vou mostrar-vos o que somos. Que ninguém me convence que não somos
O que me irrita a humilhação que uns merdosos me causaram! Não, não somos isto. Somos a lição de Peyroteo e Espírito Santo, Bento Mântua e Marcolino Bragança. Vou contar-vos.
“Vai mas é para a tua terra!”: mês da história negra e misturas na Calçada do Combro
O grito era sincero mas desnecessário. No 12º episódio da série Fala-me de ti, Lisboa, uma viagem em exposição, a lisboetas misturados, que estão, mesmo, na cidade deles, país delas, terra dos doze. A Black History Month na Calçada do Combro, na Junta de Freguesia da Misericórdia
O que a Rainha Santa Isabel e Federico Fellini têm em comum? Alvalade
Alvalade foi campo de batalha real em 1323 e Fellini foi vizinho de Os Verdes Anos, ali no Vá-Vá. Ah, bairro de Alvalade, tanta coincidência, tão capelinha e com tanto mundo dentro!
Eu voto no político português mais necessário desde o 25 de Abril
Em tempos anormais, os normais têm de o ser, normais. E proclamá-lo. Lutar pela banalidade do racismo não existir, e pela democracia não precisar de se justificar. Mas porque o racismo existe e a democracia exige, André Ventura tem de ser derrotado.
Quando João Franco levou a Madrid um café d’A Brasileira para Almada Negreiros
O mais famoso empregado d’A Brasileira do Chiado chamava-se Manuel Maria Queimadelos y Vieitez, era galego, e foi muito estimado pela geração de ouro do Chiado.
Verdes Anos e vislumbres de Carlos Paredes em Lisboa: de Benfica a Alvalade
No centenário de Carlos Paredes e na semana da homenagem de Isabel Ruth e Verdes Anos no Cinema São Jorge, um passeio pela Lisboa do guitarrista no 10º episódio de Fala-me de ti, Lisboa.
Metro de Entrecampos: sabia que há uma biblioteca lisboeta escondida entre carris?
O gravador Bartolomeu Cid dos Santos transformou uma estação de metro que faz interface com um estação de comboios, a de Entrecampos, numa biblioteca de pedra, com muitas histórias para contar – perfeitas para o 9º episódio de Fala-me de Ti, Lisboa.
Moedas reeleito: siga aqui os resultados das eleições autárquicas 2025, a partir d’A Brasileira do Chiado
Acompanhe aqui, minuto a minuto, a noite eleitoral das autárquicas 2025, em Lisboa. A equipa da Mensagem estará em direto da Brasileira do Chiado, sede emocional do jornal.
Como as gentes da Mouraria e do Martim Moniz inspiram e inspiraram artistas, poetas e o cinema
De pormenor em coincidência, a série Fala-me de ti Lisboa continua pelo Martim Moniz revelando como o destino desta Praça caótica se cruzou com as artes e o sobretudo o cinema. De Belarmino a Severa passando pelo primeiro filme português.
Andar pelo Martim Moniz é um gosto para o caçador de pormenores: gente, chão, o superlativo absoluto simples do contar
O Martim Moniz tem gente de baixo com jeito para o drama e para a comédia e tem tido gente de bom gosto a dar por ele, lugar fascinante.
Esta esquina do Rossio tem um nome que ninguém sabe, e uma espingardaria com memórias do Regicídio
De todas histórias contadas em ‘Fala-me de ti, Lisboa’, esta é a que está centrada no mais pequeno espaço. Na hoje Praça Dom João da Câmara, entre a estação do Rossio e a Praça do Rossio, na parede de um prédio há um anúncio de letras cinzeladas na pedra e marcadas a negro que guarda as memórias do Regicídio.
Como o Jardim da Estrela se tornou o “sino da minha aldeia” para cada um de nós, lisboetas
No quinto episódio da série Fala-me de Ti, Lisboa, o Jardim da Estrela. Um lugar abençoado. Tem cinco lados, mas é um pentágono modesto e soberbo, sem capitular e de paz. Lugar de história, arte, e onde a política se faz cidade. E teve sempre o condão de ser “o sino da minha aldeia” para cada um de nós.
As histórias que vão dar à nova rua de Benfica, a José Simões: o feminismo de Maria Lamas, duas casas resistentes e uma fábrica modelo
Entre a Rua José Simões e a Estrada de Benfica há a história de Maria Lamas, uma fábrica modelo, duas vivendas que regressaram à vida e coincidências que fazem a cidade de Lisboa ser o que é.
Estrada de Benfica: aqui corriam ribeiras, viveu Lobo Antunes e foi o primeiro estádio do SLB
Nesta estrada, uma pequena Lisboa dadivosa que farta de se dar a nós todos. Lobo Antunes, Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, o SLB e, claro, Eusébio. A terceira história da série “Fala-me de ti, Lisboa”, ilustrada por Nuno Saraiva.
Chiado: um largo de poetas, um nome misterioso e uma estátua que faz 100 anos
Afinal, foi o Chiado rua que deu o nome ao poeta, ou este que deu o nome à rua? Neste episódio da série Fala-me de ti, Lisboa, um Largo com história de galegos, poetas e tabernas. E que acaba com um cantor que homenageia Lisboa.
A esquina do Loreto, um lugar do caraças
Quem passa naquela esquina quase sempre não dá por ela. Aliás, não passamos, paramos, porque nela somos mera multidão compactada. Esperamos que o passeio para o Chiado desentupa ou o semáforo nos permita avançar para o Camões. Não é admissível nem irremediável a indiferença. Basta dizer: “Fala-me de ti, Lisboa…”
O apagão: o dia da impotência elétrica
De que serve aumentar nos meios militares sofisticados quando estes, afinal, não vão servir de nada? O inimigo só vamos saber dele quando estivermos à distância de viva-voz. Ensinar algumas técnicas de luta corpo-a-corpo devem bastar.
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