A história da ponte entre Seixal e Barreiro que uniu as “vilas irmãs” e caiu há mais de 50 anos, separando-as por 17 km, descoberta e escrita pelo Frederico Raposo ganhou o prémio de Ciberjornalismo de Proximidade, com votação do júri. É o terceiro ano consecutivo que a Mensagem ganha este prémio – sempre com histórias escondidas na Área Metropolitana de Lisboa (nenhuma delas no Concelho de Lisboa, aliás).
Como conta o Frederico na sua história, “durante 46 anos, a viagem fazia-se em cinco minutos. Mas a ponte caiu e as duas localidades perderam a ligação que tinham. Hoje, a viagem de autocarro leva uma hora e a proximidade entre as duas localidades nunca mais foi devolvida.”
leia aqui a reportagem premiada:
O anúncio foi feito no VIII Congresso Internacional de Ciberjornalismo que decorreu na Faculdade de Letras, da Universidade do Porto. Os prémios são uma iniciativa do Observatório de Ciberjornalismo.
O jornal Público arrecadou o prémio na categoria de Excelência Geral em Ciberjornalismo. Os vencedores das restantes categorias podem ser consutados aqui
Este é o terceiro ano consecutivo em que a Mensagem ganha este prémio. No ano passado foram as reportagens de Porto Brandão – com a votação do júri – e Vivem como imigrantes ilegais no país onde nasceram, Portugal. “Mandaram-me para Angola, mas eu não conheço aquele país, nunca saí daqui” – com a votação do público.
Há dois anos foi a reportagem Amas na Cova da Moura. “Se eu não existo, as mães não podem trabalhar e as crianças é que vão sofrer” que ganhou a votação do júri e do público na Proximidade.
No primeiro ano foi a vez da reportagem dos heróis da cidade a premiada, também da Catarina Reis, e primeiro episódio do podcast Sons de Lisboa, “Ouvir Lisboa na pandemia, a cidade de silêncios” – uma viagem sonora pela cidade confinada – que ganhou dois prémios na categoria Narrativa Digital Sonora – categoria nacional.
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