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Uma mulher segura um bilhete na mão, na estação rodoviária de Sete Rios. Confusa, sabe que a única pessoa que a pode ajudar a descobrir a linha certa de partida é um homem de camisa branca e crachá ao peito. Um dos muitos motoristas que fazem deste terminal a segunda casa.

Agora, a EMEL (empresa e mobilidade da cidade) quer ouvi-los, a eles e aos utilizadores dos cinco principais terminais rodoviários de Lisboa – Sete Rios, Campo Grande, Oriente, Pontinha e Colégio Militar. Nomes sonantes para os lisboetas. Através do projeto RESTART, a empresa quer desenhar a modernização destes terminais, para que se tornem interfaces multimodais.

Ouça aqui o episódio:

https://amensagem.pt/wp-content/uploads/2022/07/SONS-DE-LISBOA_EMELretif.mp3

Depois de um processo participativo, em que a EMEL ouve operadores e utilizadores, será apresentada uma proposta do plano de intervenção, até ao final do ano. O projeto foi anunciado em 2020 e é financiado em mais 860 mil euros pelo fundo Connecting Europe Facility (CEF) da União Europeia. A coordenação é da responsabilidade da Câmara Municipal de Lisboa e a implementação está a cargo da EMEL.

Se tem ideias sobre como poderiam ser utilizados estes terminais, pode enviar as suas sugestões através dos sites http://umaideia.pt/ ou www.emel.pt/pt/.

A Mensagem associa-se à iniciativa com uma série de artigos apoiados pela EMEL. Depois de termos contado a história do terminal de Sete Rios, temporário há 18 anos e de ouvirmos o que querem as várias pessoas que passam por estes terminais todos os dias, passamos a palavra aos motoristas, inquilinos regulares destes espaços.

Damos voz a Sandra Amaro e Carlos Palmeiro, ambos com vários anos de profissão e críticos de falhas estruturais como a falta de segurança e de conforto.

* Este trabalho faz parte de um série de reportagens desenvolvidas no âmbito do Projeto Restart com o apoio da EMEL. Os artigos publicados na Mensagem não têm qualquer controlo editorial da EMEL – e o objetivo é esclarecer os leitores num tema que diz muito à cidade.

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