Quase nem dávamos por eles, os sons da cidade. Depois de as ruas se terem esvaziado por força da pandemia, percebemos o volume e a diversidade que tinham as nossas memórias auditivas de Lisboa.

Há aquelas que assustam: antes da pandemia, estávamos expostos a mais de 50 decibéis, o que corresponde ao que ouvimos sentados ao lado de uma máquina de lavar roupa em funcionamento.

E há as outras, as que contam a cidade e quem a ela pertence.

Por isso, na Mensagem, resolvemos fazer um podcast em homenagem aos Sons da Lisboa. Todas as quinzenas, vamos atrás de um destes sons, para lhe contar a história e a ciência que têm por detrás. Siga-nos aqui.

Áudio – Catarina Reis
Edição – Catarina Reis

Ouça os episódios anteriores. Sobre os silêncios que a pandemia trouxe à cidade: “Ouvir Lisboa na pandemia, a cidade de silêncios”. A ciência por detrás de um som característico aos elétricos: “Os elétricos também chilreiam“. E um pregão conhecido (e agora desaparecido) da Graça: “‘Vai fluooores!’ O Largo da Graça perdeu o seu grito de guerra”.

Há algum som que gostava de sugerir para o nosso podcast? Diga-nos qual:

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