“Arreda! Arreda!”, gritava o Infante D. Afonso quando os transeuntes das ruas de Lisboa paravam embasbacados com a novidade que era ver o carro deles a circular à velocidade “supersónica” de 20 kms/hora, onde antes só viam cavalos, burros, carruagens, carroças… e onde até os americanos, antepassados dos elétricos, dependiam da tração animal. Em 1900 – reinava […]
