
Viva o centenário (eu sei, são ainda só 90) do Mário Zambujal!
Mário Zambujal morreu a 12 de março de 2026, poucos dias depois de ter feito 90 anos. Ferreira Fernandes escreveu sobre o seu aniversário.
Luís Neves é a normalidade no poder
É de esperar o eco social que um político destes vai causar. Ter o Luís Neves ministro da segurança é aguardar, um dia destes, a manchete no Correio da Manhã: “Ministro da Polícia convidado a almoçar na Buraca!”
Benfica: vou mostrar-vos o que somos. Que ninguém me convence que não somos
O que me irrita a humilhação que uns merdosos me causaram! Não, não somos isto. Somos a lição de Peyroteo e Espírito Santo, Bento Mântua e Marcolino Bragança. Vou contar-vos.
“Vai mas é para a tua terra!”: mês da história negra e misturas na Calçada do Combro
O grito era sincero mas desnecessário. No 12º episódio da série Fala-me de ti, Lisboa, uma viagem em exposição, a lisboetas misturados, que estão, mesmo, na cidade deles, país delas, terra dos doze. A Black History Month na Calçada do Combro, na Junta de Freguesia da Misericórdia
O que a Rainha Santa Isabel e Federico Fellini têm em comum? Alvalade
Alvalade foi campo de batalha real em 1323 e Fellini foi vizinho de Os Verdes Anos, ali no Vá-Vá. Ah, bairro de Alvalade, tanta coincidência, tão capelinha e com tanto mundo dentro!
Eu voto no político português mais necessário desde o 25 de Abril
Em tempos anormais, os normais têm de o ser, normais. E proclamá-lo. Lutar pela banalidade do racismo não existir, e pela democracia não precisar de se justificar. Mas porque o racismo existe e a democracia exige, André Ventura tem de ser derrotado.
Quando João Franco levou a Madrid um café d’A Brasileira para Almada Negreiros
O mais famoso empregado d’A Brasileira do Chiado chamava-se Manuel Maria Queimadelos y Vieitez, era galego, e foi muito estimado pela geração de ouro do Chiado.
Verdes Anos e vislumbres de Carlos Paredes em Lisboa: de Benfica a Alvalade
No centenário de Carlos Paredes e na semana da homenagem de Isabel Ruth e Verdes Anos no Cinema São Jorge, um passeio pela Lisboa do guitarrista no 10º episódio de Fala-me de ti, Lisboa.
Metro de Entrecampos: sabia que há uma biblioteca lisboeta escondida entre carris?
O gravador Bartolomeu Cid dos Santos transformou uma estação de metro que faz interface com um estação de comboios, a de Entrecampos, numa biblioteca de pedra, com muitas histórias para contar – perfeitas para o 9º episódio de Fala-me de Ti, Lisboa.
Moedas reeleito: siga aqui os resultados das eleições autárquicas 2025, a partir d’A Brasileira do Chiado
Acompanhe aqui, minuto a minuto, a noite eleitoral das autárquicas 2025, em Lisboa. A equipa da Mensagem estará em direto da Brasileira do Chiado, sede emocional do jornal.
Como as gentes da Mouraria e do Martim Moniz inspiram e inspiraram artistas, poetas e o cinema
De pormenor em coincidência, a série Fala-me de ti Lisboa continua pelo Martim Moniz revelando como o destino desta Praça caótica se cruzou com as artes e o sobretudo o cinema. De Belarmino a Severa passando pelo primeiro filme português.
Andar pelo Martim Moniz é um gosto para o caçador de pormenores: gente, chão, o superlativo absoluto simples do contar
O Martim Moniz tem gente de baixo com jeito para o drama e para a comédia e tem tido gente de bom gosto a dar por ele, lugar fascinante.
Esta esquina do Rossio tem um nome que ninguém sabe, e uma espingardaria com memórias do Regicídio
De todas histórias contadas em ‘Fala-me de ti, Lisboa’, esta é a que está centrada no mais pequeno espaço. Na hoje Praça Dom João da Câmara, entre a estação do Rossio e a Praça do Rossio, na parede de um prédio há um anúncio de letras cinzeladas na pedra e marcadas a negro que guarda as memórias do Regicídio.
Como o Jardim da Estrela se tornou o “sino da minha aldeia” para cada um de nós, lisboetas
No quinto episódio da série Fala-me de Ti, Lisboa, o Jardim da Estrela. Um lugar abençoado. Tem cinco lados, mas é um pentágono modesto e soberbo, sem capitular e de paz. Lugar de história, arte, e onde a política se faz cidade. E teve sempre o condão de ser “o sino da minha aldeia” para cada um de nós.
As histórias que vão dar à nova rua de Benfica, a José Simões: o feminismo de Maria Lamas, duas casas resistentes e uma fábrica modelo
Entre a Rua José Simões e a Estrada de Benfica há a história de Maria Lamas, uma fábrica modelo, duas vivendas que regressaram à vida e coincidências que fazem a cidade de Lisboa ser o que é.
Estrada de Benfica: aqui corriam ribeiras, viveu Lobo Antunes e foi o primeiro estádio do SLB
Nesta estrada, uma pequena Lisboa dadivosa que farta de se dar a nós todos. Lobo Antunes, Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, o SLB e, claro, Eusébio. A terceira história da série “Fala-me de ti, Lisboa”, ilustrada por Nuno Saraiva.
Chiado: um largo de poetas, um nome misterioso e uma estátua que faz 100 anos
Afinal, foi o Chiado rua que deu o nome ao poeta, ou este que deu o nome à rua? Neste episódio da série Fala-me de ti, Lisboa, um Largo com história de galegos, poetas e tabernas. E que acaba com um cantor que homenageia Lisboa.
A esquina do Loreto, um lugar do caraças
Quem passa naquela esquina quase sempre não dá por ela. Aliás, não passamos, paramos, porque nela somos mera multidão compactada. Esperamos que o passeio para o Chiado desentupa ou o semáforo nos permita avançar para o Camões. Não é admissível nem irremediável a indiferença. Basta dizer: “Fala-me de ti, Lisboa…”
O apagão: o dia da impotência elétrica
De que serve aumentar nos meios militares sofisticados quando estes, afinal, não vão servir de nada? O inimigo só vamos saber dele quando estivermos à distância de viva-voz. Ensinar algumas técnicas de luta corpo-a-corpo devem bastar.
De Belarmino a Severa, o Martim Moniz é uma praça de misturas e inspirações
Há poucos lugares em Lisboa como este fascinante largo, outra vez nas notícias. Recuperamos a crónica de Ferreira Fernandes sobre o sopé da Mouraria, milenar e entre colinas. Há que homenagear a inspiração que foi, de tantos, e a história que ainda é, de muitos. Uma praça de gente. E mudar-lhe o destino.
Roger Kahan, a história do fotógrafo refugiado que Lisboa esqueceu: o filme
O fotógrafo Roger Kahan, e a saga dos refugiados judeus que passaram por Lisboa na Segunda Guerra Mundial, foram recordados pela primera vez na cidade, com uma obra de Vhils inspirada nesta reportagem. Está no Porto de Lisboa, e deu também um livro e um documentário. Foi há um ano. É bom recordar.
O professor Filipe, o Dino e coincidências que são milagres
O professor Filipe deu-lhe para ouvir os presos como deve ser. Quer dizer, como gente. Nada de coboiada, política espúria, treta de jornalismo, nada. E juntou-se ao Dino D’Santiago para a “missa”.
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