É lisboeta, fadista com trinta anos de carreira, letrista, produtor, agente e coproprietário do restaurante Fado ao Carmo. Tem quatro discos editados, vários prémios e distinções – nacionais e internacionais – e uma vida inteira dedicada à promoção e divulgação da “canção de Lisboa”.
Num tempo em que a cultura muitas vezes luta por espaço, o Festival de Fado é uma lição de consistência, de ambição equilibrada e de missão. E merece, por isso, a atenção dos meios de comunicação social, dos decisores públicos e privados, dos parceiros institucionais e empresariais que compreendem que investir na cultura é investir num país com futuro.
O fado uniu-os nas ruas de Alfama, e é por ali que passam as noites, numa boémia intergeracional. O fado envolve-os na vida e na arte. E continua a ser, dizem, único.