Vir a Lisboa e não ouvir um fado é como ir ao Brasil… e não sambar. Afinal, o fado é um género musical nascido em Lisboa. Ou não é? Pois é, há quem diga que o fado nasceu no mesmo no Brasil. Mas se foi lá, porque o tadinho do fado ficou tão triste? Será que ão existe um fadinho mais alegre?

E mais, será que se pode dançar numa casa de fados? É permitido aplaudir a fadista? E sacar o telefone para tirar uma foto ou gravar um vídeo?

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Tudo o que o brasileiro – e alguns lisboetas, claro – queriam saber sobre o fado mas tinham medo de perguntar, em mais um episódio do Lisboa.BR.

A convidada deste episódio é a editora, poeta e letrista de fado Maria do Rosário Pedreira, uma especialista no assunto, uma fadologista que vai nos ensinar mais sobre esse género musical que, independente onde nasceu, transformou-se na cara de Lisboa.

Seja bem-vindo ao quinto episódio do Lisboa.BR, produzido por esse jornalista que vos tecla, Álvaro Filho, com áudio e imagens de Líbia Florentino, mixagem de som e grafismos de André Pinto e financiado pelo programa Lisboa, Cultura e Media, da Lisboa Cultura – Câmara Municipal de Lisboa.

As histórias de Lisboa em bom português.

Em bom português do Brasil.

Ouça o podcast completo, aqui:

O programa Lisboa, Cultura e Media é uma iniciativa da CML/EGEAC/Lisboa Cultura.


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Álvaro Filho

Jornalista e escritor brasileiro, 51 anos, há seis em Lisboa. Foi repórter, colunista e editor no Jornal do Commercio, correspondente da Folha de S. Paulo, comentador desportivo no SporTV e na rádio CBN, além de escrever para O Corvo e o Diário de Notícias. Cobriu Mundiais, Olimpíadas, eleições, protestos e, agora, chegou a vez de cobrir e, principalmente, descobrir Lisboa.

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