Lisboa como a personagem de um livro e também de uma história no jornal. As duas possibilidade de narrativas de uma cidade, seja literária, seja jornalística, esteve no centro da mesa Cidades Imaginadas, que encerrou neste domingo (28) a primeira edição do festival Palavrio de Literatura, promovido pela Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.
Um debate que contou com a presença e a experiência da jornalista e diretora de redação da Mensagem de Lisboa, Catarina Carvalho, e do jornalista, cronista e escritor da Mensagem, Álvaro Filho, que durante uma hora responderam as perguntas da jornalista Isabel Lucas, mediadora da mesa.

O Palavrio é o primeiro festival literário de uma Junta de Freguesia de Lisboa. Nesta primeira edição, teve três dias de programação, onde escritores como Gonçalo M. Tavares e Dulce Maria Cardoso participaram de conversas sobre alguns temas caros à cidade, partindo do ponto de vista da literatura.
A Mensagem voltou a marcar presença também no prémio de literatura Armando Baptista-Bastos, concedido pelo segundo ano consecutivo pela Junta de Santa Maria Maior, em cerimónia realizada ainda neste domingo, no Museu do Fado.
Após o jornalista e escritor Álvaro Filho vencer a primeira edição do prémio, em 2023, com o livro ainda inédito Disfarça, que lá vem Sartre, a Mensagem desta vez compôs o júri da edição deste ano, com a presença do jornalista Ferreira Fernandes entre os jurados, que escolheram o trabalho do escritor António Cabrita como vencedor, com o romance Se não te amar agora, no inverno, quando?.

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