Aqui estamos para acompanhar Eça de Queiroz na manhã em que entra no Panteão Nacional. Aqui estamos muitos, mas somos poucos. Antes de nós – diria até connosco –, está uma legião de leitores que acompanha Eça de Queiroz desde que, em 1866, publicou o primeiro texto de uma obra que transformou a literatura em língua portuguesa. Tantos agora, tantos antes de nós. Dou […]
