Olho para o verde distante das camisolas vibrantes dos miúdos, feitos formiga, desde o céu donde habito num papel embrulhado de anjo cinematográfico. Sobrevoo este quadro urbano sem molduras. Qual? Ao longe, uma visão de drone sugere o plano médio feliz dentro da Alameda. A melancolia permite as palavras levantarem-se do chão molhado. No relvado, […]
