Nascida no Porto há 27 anos, foi adotada por Lisboa para estagiar no jornal Público. Um ano depois, entrou na redação do Diário de Notícias, onde aprendeu quase tudo o que sabe hoje sobre este trabalho de trincheira e o país que a levou à batalha. Lá, escreveu sobretudo na área da Educação, na qual encheu o papel e o site de notícias todos os dias. No DN, investigou sobre o antigo Casal Ventoso e valeu-lhe o Prémio Direitos Humanos & Integração da UNESCO, em 2020.


Como é viver no quarteirão mais populoso de Lisboa (e do país)? Um T1 para oito e lojas do mundo em “vida de bairro”

É partilhado pelas freguesias de Arroios e Penha de França. Para Nahid, vindo de um dos países com as áreas mais densamente povoadas do mundo (Bangladesh), 22 990 residentes parece pouco, mas os últimos Censos não deixam margem para dúvidas: é o quarteirão mais populoso de Lisboa e do país. E os especialistas e o contexto da zona alertam: podem ser muito mais os residentes do que os que estão registados.

Ivo Canelas está há quatro anos a mostrar Todas as Coisas Maravilhosas do mundo. Esta é a lista que faria para Lisboa

Pela quarta temporada, Ivo Canelas volta a esgotar salas com “Todas as Coisas Maravilhosas”, a história do menino que faz uma lista de todas as coisas que mais adora no mundo para ajudar a mãe a combater uma depressão. Mas o que tem a dizer o ator sobre todas as coisas maravilhosas da cidade onde nasceu, ouviu ópera pela primeira vez e aprendeu a adorar turistas?

A galeria de arte africana que tornou o bairro do Rego um ponto de encontro no mundo

Os admiradores chegam de Bragança, do Canadá e até dos lugares mais longínquos, como Papua-Nova Guiné, para admirar artefactos que já fizeram parte de rituais indígenas africanos. Um pedaço de África contado a partir de uma sala num bairro lisboeta das Avenidas Novas, criada por um engenheiro que se apaixonou por este mundo que antes só via na TV.

Mamadu tem de avisar sempre que vai trabalhar e nem sempre consegue lá chegar. As cidades não estão preparadas para cadeiras de rodas

A série documental “Cidades para quem?” dá rosto ao impacto que a rede de transportes públicos da AML tem na vida de várias famílias. Em cada episódio, o questionamento de um direito que se perde por falta de transportes: o direito à família, o direito ao lazer, o direito à independência e, agora, o direito à acessibilidade na história de Mamadu Candé.

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