
Sabia que uma sessão de jornalismo ao vivo pode equivaler a 3,6 milhões de segundos no Tik Tok? Com um impacto humano bem mais profundo? E que as histórias que se veem e ouvem ficam mais tempo na cabeça das pessoas do que aquelas que são lidas ou só ouvidas?
Há dois anos, a Mensagem de Lisboa decidiu fazer algo que parece quase revolucionário de tão simples: ir para uma sala de teatro, juntos, ouvir e ver histórias reais, curadas por jornalistas. Jornalismos ao vivo. Um formato inédito em Portugal – com as gentes de Lisboa e da Área Metropolitana de Lisboa no centro.
Chamamos-lhe “Mensagem ao Vivo”: sessões onde levamos os protagonistas das nossas histórias para palco, para as contarem pela primeira vez ao vivo, na primeira pessoa. Com sotaque, risos, lágrimas, música, poesia, teatro. Coube tudo em oito edições (esgotadas!) que fizemos acontecer no Teatro São Luiz, no Chiado, entre 2024 e 2025. Ao todo, subiram a palco mais de 180 participantes, de frente para mais de 1000 espetadores – nossos vizinhos. Veja aqui a memórias destas edições.
O jornalismo saiu da redação para se tornar um acontecimento coletivo.
Agora, o projeto move-se para os bairros: chegamos a Benfica para uma edição que cruza as memórias da freguesia com o conceito de Liberdade – ainda no rescaldo das celebrações do 25 de Abril.
Esta Mensagem ao Vivo vai acontecer no dia 1 de maio (sexta-feira, feriado), às 15 horas, no Cine-teatro Turim (sobre o qual já contámos a história, aqui).
A entrada é gratuita.

Este evento tem o apoio do cine-teatro Turim e da Junta de Freguesia de Benfica.

O jornalismo que a Mensagem de Lisboa faz une comunidades,
conta histórias que ninguém conta e muda vidas.
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