Num dia normal, o palco vazio da sala de espetáculos do Teatro da Politécnica, à entrada do Jardim Botânico, seria motivo de entusiasmo. Significaria o fim de um espetáculo, o início de um outro. É por isso que este caos de cabos, cenários e adereços em nada é estranho para João Meireles e Pedro Carraca, […]
