A terra tremeu em Lisboa. E não foi em nenhum concerto do Bad Bunny! Em 1755, um terremoto arrasou a cidade de Lisboa. Um terremoto ou um terramoto, assim mesmo, escrito com “a”, como falam os lisboetas. Terra tremendo, maremoto, incêndios…

É verdade que o grande terremoto foi um castigo de Deus?

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Mas se foi castigo de Deus, por que só as igrejas de Lisboa queimaram enquanto os bordéis ficaram intactos? E quem foi o grande nome por trás da recuperação de Lisboa, aquele “cara de peruca e um leão na praça”, como se referem os brasileiros ao Marquês de Pombal.

O podcast Lisboa.BR, quem diria, também é capaz de fazer a terra tremer. Hoje com um convidado que é historiador e ainda também tem outra profissão que é tão perigosa quanto sobreviver a um terremoto, a de deputado: Rui Tavares, que quando não está a estudar as histórias do grande tremor de Lisboa, ocupa uma cadeira na Assembleia da República.

Seja bem-vindo ao sexto episódio do Lisboa.BR, produzido por esse jornalista que vos tecla, Álvaro Filho, com áudio e imagens de Líbia Florentino, mixagem de som e grafismos de André Pinto e financiado pelo programa Lisboa, Cultura e Media, da Lisboa Cultura – Câmara Municipal de Lisboa.

A trepidante história de um dos acontecimentos mais marcantes de Lisboa em mais um episódio do podcast Lisboa.BR

As histórias de Lisboa em bom português.

Em bom português do Brasil.

Ouça o podcast completo, aqui:

O programa Lisboa, Cultura e Media é uma iniciativa da CML/EGEAC/Lisboa Cultura.


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Álvaro Filho

Jornalista e escritor brasileiro, 51 anos, há seis em Lisboa. Foi repórter, colunista e editor no Jornal do Commercio, correspondente da Folha de S. Paulo, comentador desportivo no SporTV e na rádio CBN, além de escrever para O Corvo e o Diário de Notícias. Cobriu Mundiais, Olimpíadas, eleições, protestos e, agora, chegou a vez de cobrir e, principalmente, descobrir Lisboa.

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