As sondagens dizem-no: está tudo em aberto sobre o futuro de Lisboa, que só ficará decidido no dia 12 de outubro, quando voltarmos às urnas para as eleições autárquicas. Mas, afinal, é mais o que os une do que aquilo que os separa? Carlos Moedas (PSD), atual presidente da Câmara Municipal, luta pela manutenção ao lado do CDS e IL, Alexandra Leitão (PS) uniu-se a parte da esquerda (BE, LIVRE e PAN) para lhe fazer frente, João Ferreira (com a coligação CDU) combate sozinho na esquerda e o Cidadãos por Lisboa está fora da corrida.
Mas, afinal, que ideias têm para Lisboa? Analisámos os programas das coligações atualmente representadas na Câmara Municipal de Lisboa, em 15 principais temas. Selecionamos as propostas concretas apresentadas pelos candidatos. Carregue nos módulos e explore as propostas:
Estas eleições decidirão o próximo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, 16 vereadores, a composição da Assembleia Municipal – constituída por 51 deputados – e os 24 presidentes das juntas de freguesia da cidade.
As três candidaturas em análise são:
CDU (PCP e PEV)
Viver Lisboa (PS, BE, LIVRE e PAN)
Por ti, Lisboa (PSD, CDS e IL)

Habitação
Depois de em 2024 o preço médio por m2 da capital ter ultrapassado os 4750€ (dados da Confidencial Imobiliário), as três coligações apresentam propostas distintas para um problema comum.
Habitação Pública
CDU
-Constituir e ampliar a reserva de habitação pública, definindo critérios claros para o exercício do direito de preferência e para a mobilização de habitações devolutas, nomeadamente nas Zonas de Prioridade Habitacional (ZPH) estabelecidas na Carta Municipal de Habitação e onde se identifiquem carências habitacionais.
-Criar o Serviço Municipal de Projecto e Construção para Habitação Pública Municipal, que assegure a concretização, consequente e continuada, das políticas, programas e respostas públicas municipais na área da Habitação, que desenvolva uma Estratégia Municipal para a Inovação Construtiva na Habitação (produção de alta qualidade, inovadora e sustentável), que implemente um Centro de Inovação e Construção Sustentável (com ligação às Universidades, promovendo a investigação de soluções sustentáveis), produza soluções para situações de emergência e extrema vulnerabilidade social, e constitua parcerias público-comunitárias para a reabilitação colaborativa.
– Criar Conselhos Participativos para a Habitação Pública, assegurando a construção participada das estratégias e objectivos, dos programas e das prioridades da intervenção sobre o edificado e os de mais espaços constituintes do Habitat.
Viver Lisboa
– Lançar o Programa Municipal “+Habitação +Autonomia”, dedicado a melhorar as condições de acessibilidade nas habitações municipais para pessoas com baixos rendimentos e pessoas com graus de incapacidade mais elevados.
-Expandir as respostas de emergência com recurso aos fogos municipais e núcleos provisórios integrados na cidade, bem como com mobilização de edifícios devolutos do Estado.
-Exercer o direito de preferência municipal, de forma estratégica e transparente, designadamente quanto estejam em causa imóveis críticos para projetos de habitação acessível.
Por ti, Lisboa
-Rever o Plano de Pormenor das Amoreiras para promover mais habitação, mais espaços verdes e mais vida de bairro.
-Reforçar a fiscalização da ocupação ilegal dos fogos municipais, com uma política de “tolerância zero”.
-Criação de novos bairros de habitação e parques verdes em Lisboa: mais 250 hectares de cidade no Vale de Chelas, Quinta do Ferro, Vale de Santo António e Casal do Pinto.
Arrendamento
CDU
-Promover a plena implementação do Programa Municipal de Arrendamento a Custos Acessíveis (PACA), com a ampliação da oferta municipal de fogos para arrendamento a custos acessíveis, vinculando novas operações urbanísticas, incluindo a reabilitação de edificado disperso, de acordo com as necessidades a identificar e a ter em conta na concretização e revisão da Carta Municipal da Habitação.
-Avançar na construção de grandes projectos de habitação em terrenos municipais, como o PACA Restelo e habitação municipal de renda acessível no Vale de Santo António.O avanço na construção de grandes projectos de habitação em terrenos municipais, como o Programa Municipal de Arrendamento a Custos Acessíveis (PACA) Restelo e habitação municipal de renda acessível no Vale de Santo António.
-Reforçar os programas de arrendamento acessível para fazer face às necessidades do arrendamento jovem, e apoiar o movimento cooperativo na construção de habitação destinada aos jovens.
Viver Lisboa
-Desbloquear já as operações de renda acessível que ficaram paradas no último mandato no Restelo, Ajuda, Benfica, S. Domingos de Benfica, Marvila, Parque das Nações, Penha de França/Vale de Santo António, Arroios (Gomes Freire e Paço da Rainha), Bairro Alto (Quarteirão d’A Capital), São Lázaro, Olaias, Campolide e Lumiar e lançar novas operações em solo municipal (ex: Vale de Santo António, Alta de Lisboa).
-Reforçar o Programa Municipal de Renda Acessível, conferindo-lhe escala e previsibilidade, recorrendo, em solo municipal, ao direito de superfície de longo prazo para cooperativas, IPSS e modelos build-to-rent de arrendamento acessível, com rendas definidas e cláusulas anti-especulação, bem como a promoção pública direta e parcerias com o setor privado, sempre com cadernos de encargos sociais claros e monitorizáveis.
-Criar concursos direcionados para jovens e famílias em início de vida no âmbito do Programa de Renda Acessível.
Por ti, Lisboa
-Reforçar o Subsídio Municipal ao Arrendamento Acessível, para ajudar as famílias a pagar a renda e aceder ao mercado de habitação em Lisboa.
-Continuar e reforçar o Programa de Arrendamento Apoiado (PAA) destinado a famílias carenciadas e o Programa de Renda Acessível (PRA)
Construção privada
Viver Lisboa
-Redução significativa das taxas e dos impostos municipais para projetos de habitação a custos controlados e arrendamento a preços acessíveis.
-Conceder uma majoração da área de edificação como contrapartida para projetos que garantam pelo menos 25% da nova construção ou reabilitação em regime de arrendamento acessível.
-Promover a negociação de condições mais vantajosas, nomeadamente através da redução de taxas ou impostos municipais e acompanhamento dedicado dos processos de licenciamento, nos processos de licenciamento para projetos que assumam a afetação integral da nova construção ou reabilitação a habitação de custos controlados ou arrendamento acessível.
Por ti, Lisboa
-Implementar a Carta Municipal de Habitação e estabelecer parcerias com os setores privado e social para promover projetos de renda acessível.
Alojamento Estudantil
CDU
-Colaborar com as universidades, institutos superiores e outras instituições de ensino, na identificação das necessidades, no planeamento e na construção de mais Residências Universitárias, bem como na requalificação das existentes.
Viver Lisboa
-Expandir a oferta de residências estudantis públicas, em parceria com instituições de ensino superior e uma bolsa de camas com renda regulada.
-Criar residências estudantis acessíveis, por exemplo convertendo imóveis municipais devolutos em alojamentos para estudantes, em parceria com instituições de ensino superior e IPSS, com prioridade a bolseiros. Esta medida combate o abandono por razões económicas e torna Lisboa mais competitiva para acolher estudantes e investigadores.
Por ti, Lisboa
-Construir as novas residências universitárias em Marvila e Parque das Nações, com 1200 camas.
Habitação Cooperativa
CDU
– Enfrentar a crise habitacional, incluindo a previsão e produção de mais habitação acessível, pública e cooperativa, revertendo a degradação do parque edificado municipal, combatendo os despejos, promovendo a mobilização dos fogos vagos
-A criação do Programa de Apoio à Habitação Cooperativa em Propriedade Colectiva, incluindo o incentivo à criação de Cooperativas de Autoconstrução Assistida, assegurando a produção de habitação acessível e não-especulativa, retirando o imobiliário do mercado não-regulado, promovendo a gestão democrática dos residentes, a estabilidade nos custos e a soli dariedade entre cooperantes, valorizando o uso partilhado, serviços comuns e maior interacção social.
-Apresentar uma proposta para a formação de parcerias Público-Público (Governo-Autarquia) para mobilização do património imobiliário do Estado (não municipal) para habitação, designadamente para projectos de iniciativa pública, cooperativa ou comunitária. Avaliar, para este efeito, os edifícios públicos da antiga Junta Distrital de Lisboa (Jardim Constantino), o antigo edifício da Direcção-geral de estatísticas da educação e ciência, o Edifício da ex-Presidência do Conselho de Ministros, os Edifícios da Parque Escolar, o edifício da ex-Inspecção-Geral da Agricultura, Mar e Ambiente, do Ministério da Saúde, da Direcção-Geral do Ensino Superior, entre outros edifícios do Estado
Viver Lisboa
– Estabelecer parcerias com cooperativas de habitação, para promover mais construção ou reabilitação.
-Lançar concursos para grandes projetos de habitação cooperativa (mínimo 80-100 fogos), aproveitando terrenos e edifícios devolutos do Estado e do Município, dando-lhes um uso alinhado com as necessidades habitacionais atuais.
-Promover a negociação de condições de financiamento mais vantajosas e acessíveis.
Por ti, Lisboa
-Prosseguir o Programa Cooperativas 1ª Habitação em terrenos municipais, que permite aos lisboetas construir a sua casa a um preço mais acessível.
Devolutos
CDU
-Promover a plena utilização do edificado, através da mobilização de fogos e edifícios vagos e/ou devolutos, a sua introdução no mercado do arrendamento acessível, com a introdução de mecanismos fiscais e de um quadro de incentivos a essa mobilização
– A mobilização do património habitacional do sector social, desde logo o património devoluto ou afecto a arrendamento especulativo (p.ex. SCML, IPSS…)
-Defender junto do Governo e da AR que os municípios devem poder, perante o reconhecimento da declaração de situação de carência habitacional, proceder à posse administrativa de fogos com uso habitacional, devolutos ou sem utilização há mais de um ano, após a notificação
Viver Lisboa
-Criar programas como a “Linha Novas Raízes” (cedência de imóveis municipais devolutos a cooperativas e associações, com apoio técnico) e a “Linha Partilha e Reabilita” (apoio a heranças indivisas para pôr imóveis em uso).
-Expandir as respostas de emergência com recurso aos fogos municipais e núcleos provisórios integrados na cidade, bem como com mobilização de edifícios devolutos do Estado.
-Exercer o direito de preferência municipal, de forma estratégica e transparente, designadamente quanto estejam em causa imóveis críticos para projetos de habitação acessível.
Por ti, Lisboa
-Lançar o programa De Volta ao Bairro com Habitação Jovem nos bairros tradicionais da cidade, reabilitando edifícios municipais devolutos para renda acessível, na Baixa, Graça, Alfama, Castelo, São José, Bica, Bairro Alto, Estrela, Belém, Praça da Alegria, entre outros.
Especulação Imobiliária
CDU
-Criar uma Via Verde Urbanística para a Habitação não-Especulativa com processos transparentes e claros para os projectos de habitação não-especulativa e que promovam habitação economicamente acessível, apontando à fixação de moradores em Lisboa — alterando a prática corrente de porta aberta aos promotores dos grandes projectos imobiliários.
-Criar o Fundo Municipal para a Habitação não-Especulativa, a constituir com base nas receitas do IMI, para promover um urbanismo democrático e não-especulativo, fomentar a inovação técnica e construtiva e experimentar novas formas de habitar, privilegiando iniciativas de Cooperativas, “Community Land Trusts” (Fundos Comunitários), Associações de Moradores e Outras Organizações sem fins lucrativos cujo objectivo seja a promoção de habitação acessível.
-A criação do Programa de Apoio aos “Community Land Trusts” (Fundos Comunitários), assegurando a produção de habitação acessível e não-especulativa em perpetuidade e a gestão democrática e comunitária, garantindo estabilidade a longo prazo, ao retirar o valor do solo e das benfeitorias sobre o mesmo realizadas — habitação, espaços e equipamentos sociais e comunitários, comerciais, industriais e/ou de serviços, ou mesmo agrícolas — do processo de valorização especulativa, fortalecendo a coesão social.
Viver Lisboa
-Por forma a salvaguardar as condições de habitabilidade, restringir possibilidade de instalação de novos estabelecimentos de alojamento local em edifícios residenciais.
-Proibir a instalação de cofres de chaves associados ao Alojamento Local em espaços públicos ou fachadas de edifícios. Impedir a conversão de edifícios habitacionais em usos turísticos.
-Aplicar de forma eficiente o agravamento máximo de IMI previsto na lei, como desincentivo à retenção especulativa, e defender a nível nacional uma taxa progressiva, em função do tempo, para casas devolutas, exceto quanto a habitações secundárias.
Reconversão/Requalificação Urbana
CDU
-Concretizar, com urgência, uma solução para o Bairro Portugal Novo que atenda às propostas e necessidades dos moradores e à especificidade da realidade urbana do bairro.
-Recuperar e valorizar os Pátios, Vilas e outros Núcleos Urbanos degradados, com a participação e acompanhamento dos moradores, garantindo a permanência dos seus habitantes após a sua reabilitação, assegurando o seu direito ao lugar
-Concluir, com urgência, os processos de reconversão e regularização urbanística das Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI), assegurando a requalificação e integração sóciourbanistica de cada um destes territórios, atendendo às aspirações e necessidades dos moradores. Persistem, em Lisboa, 8 AUGI (a maioria) que ainda não têm o título de reconversão, requisito para integrarem-se nas condições gerais da gestão urbanística da cidade.
Viver Lisboa
-Reabilitar em profundidade os bairros municipais, intervindo no edificado existente para a melhoria da eficiência energética e garantindo o pleno funcionamento dos elevadores (sendo dada prioridade a um programa para a sua manutenção e substituição, procurando garantir a segurança e autonomia de todos os moradores), valorizando o espaço público, garantindo acessibilidade universal, aumentando a oferta de habitação, dotando os bairros de equipamentos-âncora e garantindo a sua relação com a cidade consolidada.
-Incrementar o apoio às comissões e administração conjunta das AUGI (áreas urbanas de génese ilegal), com vista à conclusão célere dos respetivos processos de reconversão. •
-Concluir os processos de regularização dos bairros ex-SAAL e lançar a operação de reabilitação do Bairro Portugal Novo.
Por ti, Lisboa
-Continuar a reabilitação de bairros municipais com o Programa Morar Melhor, em particular no Bairro 2 de Maio, Casalinho da Ajuda, Bairro das Olaias, Bairro do Rego, Carlos Botelho, Boavista, Bom Pastor, Sargento Abílio, Bela Flor, Padre Cruz, Alta de Lisboa, Alto do Faia, Alto do Lumiar, Bairro Horizonte, Bairro do Condado, Bairro da Flamenga, Bairro do Armador, Olivais Velho, Av. Mouzinho de Albuquerque, Rua General Themudo Barata e Bairro Justiniano Padrel.
-Promover um regime de exceção para a recuperação e conversão de sótãos em opções de habitação.
-Prosseguir o caminho de requalificação das vilas de Lisboa, em particular a Vila Dias, Vila Romão da Silva, Vila Elvira, Tv. Paulo Jorge e Pátio Paulino, entre outras.

Transportes
Desde o projeto do novo metro até ao estacionamento na cidade, as propostas das várias coligações diferenciam-se, estando mais próximas à esquerda.
Transportes Públicos
CDU
-Defender a redução do custo dos transportes públicos. A defesa de um passe inter-regional totalmente intermodal que ligue a área metropolitana de Lisboa às comunidades inter municipais limítrofes e a redução do preço do Passe Navegante Metropolitano de 40 para 30 euros. Evolução progressiva do transporte público para a gratuitidade, evitando lógicas estritamente municipais de segmentação de preços/ gratuitidades e pugnando pela sua implementação em contexto metropolitano, garantindo o seu financiamento pelo Estado Central, combatendo a tendência para a sobrecarga financeira das autarquias, como primeiro passo para o desinvestimento global no sistema.
-Garantir a melhoria substancial do serviço assegurado pela Carris com mais autocarros e eléctricos, melhor informação aos utentes, colocando mais e mais eficientes painéis indicadores do tempo de espera, a revisão da actual rede, alargando a oferta, nomeadamente a novas carreiras de bairro, aumentando, diversificando (designadamente em termos de dimensão) e modernizando a frota (apontando à sua progressiva eletrificação), aumentando horários, incluindo à noite e fins de semana, a frequência e a rapidez das deslocações e diminuir o número médio de transbordos. Reforçar ainda o número de trabalhadores da Carris e das suas participadas (são necessários, neste momento, mais 200 motoristas e guarda-freios e 50 trabalhadores para as oficinas),
-Densificar a rede ferroviária com a valorização das estações da Linha de Cintura como Alcântara e Marvila e construção da estação prevista de Chelas-Olaias. Ligação de Alcântara à linha de Cascais e concretização da estação do Alvito na ligação à margem sul.
Viver Lisboa
-O Passe Navegante gratuito para todos os residentes permitindo o acesso livre a autocarros, elétricos, comboio, metropolitano e elevadores dentro da cidade.
-Estudar a expansão da rede de elétricos para novas zonas da cidade, reativando linhas históricas e criando novas ligações onde faça sentido, designadamente retomando a perspetiva de um projeto para todo o eixo Ribeirinho, ligando Sacavém a Algés. No Eixo Ribeirinho Oriental (LIOS Oriental) haverá condições de acelerar o desenvolvimento desta ligação, mas também de melhorar substancialmente em Alcântara, Ajuda e Belém, com o corredor do LIOS Ocidental.
-Ligar o Lumiar e Santa Clara (Alta de Lisboa) a Entrecampos – sempre em canal dedicado para garantir eficiência, articulada com uma ligação a estudar e a preparar para a criação de um corredor de Transporte Coletivo em Sítio Próprio (TCSP) entre Algés e o Parque das Nações, através da CRIL, 2ª circular e Av. de Berlim.
Por ti, Lisboa
-Lançar o Elétrico 16 ligando o Terreiro do Paço a Loures e o novo Metrobus Lisboa-Oeiras (Benfica/Alcântara-Algés).
-Renovar o Plano de Rede da CARRIS, com carreiras e frequências mais adaptadas às novas necessidades dos lisboetas
-Continuar os transportes públicos gratuitos para os mais jovens e os mais idosos, chegando a mais pessoas.
Bicicletas
CDU
-Ampliar a rede de ciclovias, seguras, com sinaléctica adequada, preferencialmente segregadas, dando sequência e implementação às recomendações e prioridades definidas na auditoria realizada no mandato cessante
-Aumentar o número de bicicletas partilhadas e alargar a sua rede, aumentando o número de estações com cobertura adequada nas 24 freguesias e implementando a gratuitidade da rede GIRA a todos os que trabalham e estudam em Lisboa.
-Resolver os problemas associados ao funcionamento da aplicação, à reposição, reparação e manutenção de bicicletas da rede GIRA.
Viver Lisboa
– Executar plenamente o plano Vias da Liberdade para dotar Lisboa de uma rede ciclável contínua e segura cobrindo toda a cidade e ligando todas as freguesias, interfaces de transporte, polos universitários, escolas, zonas comerciais e de emprego.
-Modernizar o sistema GIRA de bicicletas partilhadas: expandindo a rede de estações GIRA de forma equitativa a todos os bairros de Lisboa, incluindo zonas como Carnide, Ajuda, Marvila e outras hoje mal servidas;
-Renovar e aumentaremos a frota (mais bicicletas elétricas nas áreas de colina), integraremos a GIRA na nova app de mobilidade de Lisboa e criaremos condições seguras para que, segundo um processo certificado, responsabilizado e em código aberto.
Por ti, Lisboa
– Melhorar todas as apps de mobilidade (EMEL, GIRA, CARRIS).
-Construir mais 125 km de ciclovias, com uma rede integrada e segura.
-Integrar as escolas secundárias e universidades na rede GIRA.
Automóveis e Estacionamento
CDU
-Adequar a rede de parques de estacionamento públicos, quer para residentes, quer de utilização rotativa, de forma a garantir uma ocupação mais racional do espaço público, deslocando gradualmente o estacionamento da superfície para o sub-solo, com melhor aproveitamento da capacidade já instalada, reavaliando as concessões dos parques de estacionamento subterrâneos e favorecendo o estacionamento prolongado relativamente à utilização quotidiana. Assegurar uma melhor articulação dos parques com os interfaces de transporte público (parques dissuasores), de preferência fora dos limites da cidade, em concelhos limítrofes, garantindo a gratuitidade a utentes regulares de transportes públicos
-Reforçar os pontos de abastecimento a veículos eléctricos na cidade e avançar na electrificação da frota municipal.
-Promover, em articulação com o sector privado, projectos-piloto de organização de logística e micrologística urbana, com sistemas integrados de cargas e descargas, partilha de espaços de armazenagem, serviços de transporte e distribuição multinível, que permitam melhorar o trânsito na cidade, com menos veículos em circulação e descarbonizar este sector, diminuindo o seu impacto ambiental.
Viver Lisboa
-Defender, junto dos órgãos com poder legislativo, a redução da obrigatoriedade de construção de lugares de estacionamento em novos empreendimentos de habitação acessível, consoante a cobertura de transportes públicos e mobilidade suave na área dos projetos.
-Dar prioridade à cedência ao município, tal como previsto nos regulamentos municipais, em novas construções de todos os parques públicos com mais de 60 lugares, com vista à sua incorporação nos instrumentos de gestão da cidade, nomeadamente colocando esta oferta ao serviço da resolução do problema de estacionamento para residentes. Estima-se que no mandato esta medida resulte no reforço da oferta pública entre 3.000 a 5.000 lugares de estacionamento público em parque.
-Expandir a rede de estações de carregamento elétrico para veículos individuais, aprovando nos primeiros 3 meses o regulamento da mobilidade elétrica.
Por ti, Lisboa
-Construir novos parques de estacionamento para os lisboetas, com mais oferta para os residentes.
-Ampliar a rede de postos de carregamento de veículos elétricos, cobrindo todas as freguesias.
-Expandir as avenças reduzidas de estacionamento noturno para residentes em parques da EMEL, Telpark, grandes superfícies, supermercados e edifícios de escritórios.
Metro
CDU
Defender que o Governo concretize a expansão do Metro com:
-A alteração do traçado da Linha Vermelha (com criação de pelo menos uma estação adicional – Campolide/Amoreiras – e des locação da estação de Campo de Ourique, com preservação do Jardim da Parada) e o seu prolongamento a Ajuda e Belém.
-A ligação da linha verde de Telheiras a Carnide (Linha Azul). • A alteração da Linha Circular para o funcionamento permanente em laço, com términus em Telheiras e Odivelas.
– A expansão do Metro até à Alta de Lisboa. • Estudo de viabilidade da cobertura da rede até Sapadores/Graça.
Por ti, Lisboa
-Acompanhar os trabalhos de expansão do Metro de Lisboa, e colaborar com o Governo para a sua execução atempada.
Acessibilidades
CDU
-Garantir a acessibilidade das pessoas com mobilidade reduzida a todos os sistemas de transportes, a todas as estações e interfaces, envolvendo, nomeadamente, as organizações das pessoas com deficiência e as comissões de utentes.
-Garantir que 100% dos autocarros da Carris estão equipados com condições de acessibilidade para passageiros de mobilidade reduzida, em efectivo funcionamento; e que possuem o equipamento sonoro com informação das carreiras e das paragens dirigida aos deficientes visuais.
-Exigir do Conselho de Administração do Metropolitano de Lisboa que 100% das estações de Metro estejam equipadas com elevadores em funcionamento e, em períodos de avaria (o mais limitados possível), a divulgação de todas as estações que têm os elevadores e escadas mecânicas fora de serviço. Garantir o acesso das pessoas cegas através de sinaléctica adequada.
Viver Lisboa
– Reforçar do Plano de Acessibilidade Pedonal: Rever e atualizar o Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa, que tem por objetivo eliminar as barreiras que à circulação, que são fator de discriminação das pessoas com deficiência e prejudicam a autonomia, segurança e conforto de muitos mais lisboetas, nomeadamente idosos, crianças, e outras pessoas com mobilidade condicionada.
-Garantir a acessibilidade a espaços e transportes públicos, edifícios, habitações e equipamentos urbanos, eliminando as barreiras multifatoriais.
-Aprovar uma Estratégia Municipal para aplicação da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e dos respetivos Mecanismo/Observatório e Fórum/Conselho Consultivo de monitorização da sua execução.
Por ti, Lisboa
-Rever o Plano Municipal de Acessibilidade Pedonal, promovendo uma rede mais inclusiva e segura.

Cidade
Os programas das três coligações listam vários projetos para a capital, desde encerrar temporariamente ruas ao trânsito, permitindo às crianças e famílias usufruírem do espaço urbano, a tornar possível que, em cada freguesia, pelo menos uma rua comercial esteja cortada ao trânsito ao fim de semana, de modo a promover o comércio local e o lazer comunitário.
CDU
-Garantir, tanto quanto for possível, em função dos actuais níveis de ocupação de solo, que qualquer residente na cidade estará a um máximo de 300 metros ou 10 minutos a pé de um espaço verde.
-Organizar iniciativas na linha do projecto “Ruas que Brincam”, com encerramento temporário de ruas ao trânsito permitindo às crianças e famílias usufruirem do espaço urbano de forma mais segura e activa.
-Desenvolver o projecto do Parque Papa Francisco dotando-o de infraestruturas, ar voredo e zonas de sombra, possibilitando uma ampla fruição pública, que vá para além de eventos pontuais de grandes dimensões.
Viver Lisboa
-Adotar metas ambiciosas de arborização e acesso a áreas verdes, inspiradas no princípio 3-30-300. O objetivo é garantir que cada pessoa consiga ver pelo menos 3 árvores da sua casa, que cada freguesia tenha 30% de cobertura arbórea e que haja um espaço verde a menos de 300 metros de qualquer residência.
-Criar mais zonas de encontro e ruas pedonais: em cada freguesia, pelo menos uma rua comercial será pedonalizada ao fim de semana (à semelhança do programa “A Rua é Sua” que será retomado e expandido), promovendo o lazer comunitário e o comércio local sem carros.
-Avaliar os custos e impacto da Unicorn Factory. Por um imperativo de transparência, é essencial compreender se os recursos públicos significativos que lhe foram alocados impactaram positivamente e em que medida. Voltar à sua designação original de Hub Criativo do Beato.
Por ti, Lisboa
-Desenvolver iniciativas para ruas pedonais uma vez por mês, testando novos modelos com as Juntas de Freguesia.
-Prosseguir o programa Há Vida no Meu Bairro com intervenções no espaço público para promover o conceito de “Cidade dos 15 Minutos”.
Participação Coletiva
CDU
-Constituir Assembleias Participativas (gerais e locais) para o Planeamento, assegurando a construção colectiva da cidade e a discussão pública das intervenções urbanas, a construção de estratégias e a avaliação de projectos com impacto relevante na cidade
-Mobilizar e promover os instrumentos — Planos de Urbanização, Planos de Pormenor, Planos de Salvaguarda, — e demais mecanismos democráticos, assegurando os interesses das populações, privilegiando moradores, estruturas associativas, movimentos sociais da cidade em defesa da cidade contra a especulação e a gentrificação.
-Apoiar a criação de uma Rede de Equipamentos Comunitários, que podem ter diversas valências e usos mistos, públicos, do sector social, cooperativo ou gestão comunitária, tais como equipamentos de apoio à comunidade ou suporte ao trabalho doméstico, nomeadamente refeitórios, lavandarias e balneários, e equipamentos facilitadores de processos de integração, de convívio, de aprendizagens e de cidadania.
Viver Lisboa
-Lançar o Programa Nosso Quarteirão: Incentivar os vizinhos a tomarem voluntariamente em mãos a melhoria do seu quarteirão. Criaremos um programa municipal de apoio à constituição de comunidades de vizinhança – associações de moradores a nível de quarteirão ou ilhéu urbano – para a cogestão dos espaços comuns, em especial os logradouros interiores de quarteirão que hoje estão abandonados ou subaproveitados, sem prejuízo das responsabilidades dos órgãos municipais e das freguesias.
-Implementar a política “Nada sobre nós, sem nós”, garantindo a participação ativa das pessoas diretamente afetadas pelas políticas públicas, no desenho, monitorização e avaliação das mesmas.
-Lançar um debate público sobre o futuro da Praça do Comércio, garantindo que este espaço patrimonial de enorme relevância seja transformado em polo cultural e de cidadania, e não em exclusivo espaço comercial ou administrativo.
Por ti, Lisboa
– Lançar um novo modelo de reuniões de trabalho entre os munícipes e os vereadores com pelouro nas várias freguesias para responder aos desafios práticos do dia a dia dos lisboetas.
-Reforçar o papel transversal da participação cidadã, envolvendo os munícipes na tomada de decisão nas várias áreas da CML.
-Promover novos instrumentos de participação cívica que contribuam para melhores decisões e uma cidadania ativa e que cheguem a mais pessoas em toda a cidade, como é o caso do Conselho de Cidadãos

Espaços Verdes
Lisboa precisa de mais árvores “para não assarmos ao sol“. Sabemos que, Por cada 50 metros quadrados de verde na cidade, a temperatura desce 1ºC. É nos os jardins da cidade que se criam as chamadas ilhas de frescura, quando o calor aperta. Então, o que têm os partidos a dizer sobre isto?
CDU
-Elaborar planos de ordenamento e requalificação dos grandes espaços verdes da cidade: Quinta das Conchas e dos Lilases, Parque José Gomes Ferreira e Parque da Bela Vista, entre outros.
-Elaborar Planos de Salvaguarda para os jardins históricos como o Jardim da Estrela e acompanhar a implementação do Plano de Salvaguarda da Tapada das Necessidades garantindo o seu acesso público.
-Preservar e ampliar a área do Parque Florestal de Monsanto e classificá-lo como Área Protegida de Âmbito Municipal, salvaguardando-o como espaço público, revertendo as concessões existentes e travando novas.
Viver Lisboa
-Implementar o programa Veredas de Lisboa, um programa participativo de arborização e renaturalização das ruas da cidade, em todas as freguesias. As pessoas escolherão a rua da sua freguesia e as soluções a implementar, orientadas para a renaturalização e arborização, criando percursos pedonais seguros, acessíveis e sombreados, com árvores, pérgulas e zonas de descanso, que funcionem também como áreas de infiltração para mitigação de cheias e como novos corredores verdes lineares que ligam entre si os principais eixos estruturantes da cidade.
-Elaborar planos de gestão da manutenção de todos os espaços verdes no prazo de um ano, implementando de imediato o Plano de Gestão Florestal do Parque Florestal de Monsanto, atualizando o Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa, e revertendo a degradação visível em parques emblemáticos.
-Concluir progressivamente os corredores verdes atualmente pendentes – o Corredor Periférico (Parque do Vale do Forno), o Corredor Ribeirinho Oriental (Parque Ribeirinho da Matinha/Papa Francisco), o Corredor Verde Oriental (parques da Bela Vista e Vale de Santo António) e o Corredor de Alcântara – estabelecendo também novas ligações entre parques urbanos (por exemplo, entre a Praça de Espanha e o Jardim Gulbenkian), potenciando a conectividade ecológica da infraestrutura verde.
Por ti, Lisboa
-Criação de novos bairros de habitação e parques verdes em Lisboa: mais 250 hectares de cidade no Vale de Chelas, Quinta do Ferro, Vale de Santo António e Casal do Pinto.
– Reforçar a manutenção das infraestruturas, acessibilidade e equipamentos do Parque José Gomes Ferreira, do Jardim do Torel e do Jardim António Feijó em Arroios.
-Desenvolver um novo projeto de recuperação e dinamização do Parque Florestal de Monsanto, melhorando os acessos, os espaços desportivos e os espaços de lazer.
-Requalificar a Tapada das Necessidades.

Comércio
Todos os lisboetas têm uma opinião sobre ele: o comércio. Ou porque já foi melhor, ou porque desapareceu de algumas zonas da cidade. Onde cabem os pequenos e grandes negócios em Lisboa? Nos próximos quatro anos, pode ser assim:
CDU
-Implementar a Estratégia Municipal de Revitalização das Feiras e dos Mercados, recuperando a sua centralidade na vida dos bairros, incentivando a inovação e qualificação de actividades, reabilitando instalações, melhorando estacionamento, revendo taxas, e ajustando os horários de funcionamento.
-Requalificar os espaços associados às feiras do Relógio e Galinheiras, assegurando a sua qualificação, a dotação de condições de uso e permanência de trabalhadores e visitantes, a qualificação das ligações à envolvente e as condições de serviços das infraestruturas, incluindo o uso quotidiano desses espaços
-Rever o programa “Lojas com História”, por forma a ampliar a sua abrangência e eficácia na salvaguarda do comércio local.
Viver Lisboa
-Criar o programa municipal “Lojas com Impacto”, para reconhecer e apoiar negócios com forte enraizamento local e impacto social, cultural ou ambiental, complementando o programa “Lojas com História”.
-Fortalecer as redes comunitárias para fomentar economias de bairro com a criação de um programa de microcrédito e mentoria destinado a apoiar a criação de pequenos negócios nos bairros municipais.
-Reforçar o comércio de proximidade como motor da vida comunitária, modernizando mercados municipais com a estratégia Mercados 2030 (bancas para produção local, programas educativos e serviços com o sector da economia social e solidário), apoiando financeiramente e tecnicamente, criando bairros comerciais digitais com formação em inovação e sustentabilidade para comerciantes.
Por ti, Lisboa
-Construir o novo Mercado dos Olivais, um projeto adiado há mais de 50 anos.
-Obras de beneficiação nos mercados de Benfica, Alvalade Norte, Encarnação Sul, Ribeira e Campo de Ourique
-Continuar e reforçar o programa “Lojas com História” e criar o selo “Lojas com Futuro” para novas marcas nacionais em bairros históricos.

Infraestruturas | Grandes Obras
CDU
-Elaborar, de forma participada os Projectos de Requalificação dos Eixos Urbanos da Cidade, designadamente as ruas direitas de Alcântara e Belém a Algés, a Estrada de Benfica à Amadora, a Estrada da Luz à Pontinha, a Rua do Lumiar a Odivelas e a Loures, a antiga Estrada de Sacavém e por todo o eixo ribeirinho de Xabregas a Moscavide, sublinhando a natureza contínua e interligada da cidade
-Elaborar, de forma participada os Projectos de Requalificação e Transformação dos Eixos Urbanos com Vias Rápidas, designadamente a Segunda Circular, a Av. Marechal Spínola e a Av. Infante Dom Henrique, com o objectivo da sua integração urbana e atenuando o seu efeito de corte, assumindo a sua humanização em espaços com arborização, circulação pedonal e acesso ao transporte público
-Promover a renaturalização do Caneiro de Alcântara e assegurar a sua urgente reabilitação total, de acordo com a inspecção do LNEC.
-Cooperar com o Governo na requalificação e modernização do Porto de Lisboa, promovendo a regeneração da base económica que lhe está associada, através da instalação de novas actividades ligadas à economia do rio e do mar.
-Garantir a manutenção das principais actividades do Porto de Lisboa e garantir que o projecto do hub do mar no Porto de Pesca de Pedrouços integre a valência da pesca com instalações adequadas, melhorando acessibilidades no contexto do desenvolvimento das suas actividades.
Viver Lisboa
-Requalificar o eixo Areeiro/Martim Moniz, avançando com a plena requalificação urbana e paisagística deste eixo vital para a coesão e a vitalidade da cidade, culminando com o Martim Moniz como jardim moderno e de elevada qualidade
-Identificar oportunidades para redução da barreira que é a 2ª circular, criando soluções de cobertura ou desnivelamento pontual, em particular junto a áreas residenciais, onde a redução do ruído tem um enorme impacto na qualidade de vida, e onde seja possível unir territórios, propiciando a criação novos espaços públicos
-Melhorar substancialmente as interfaces multimodais (estações e terminais): redesenhando terminais como Colégio Militar, Sete Rios, incluindo terminal de Expressos, Gare do Oriente, Cais do Sodré, para que ofereçam acessibilidade universal, abrigo climático, informação em tempo real e, sempre que possível, serviços úteis (cafés, casas de banho, creches de apoio, bibliotecas de bairro).
Por ti, Lisboa
-Concluir a reabilitação do centro do Beato, a sede da Fábrica de Unicórnios, onde já trabalham mais de 1.200 pessoas.
-Lançar a Brigada do Asfalto Lx com planos a 5 e a 10 anos para combater a degradação das estradas, em particular em vias fundamentais da cidade como a Av. Brasília, Av. de Roma, Av. da Liberdade, Av. António Augusto de Aguiar, Rua Ferreira Borges, Rua dos Jerónimos e Rua de Belém, Av. Infante Santo, Praça de Londres, Av. Infante D. Henrique, Rua de São Pedro de Alcântara, Rua de São Bento, Rua Aliança Operária, Rua Dom Vasco, Rua de Cascais, Calçada da Tapada, Rua Jau, Campo Mártires da Pátria, Rua Gomes Freire, Largo Dona Estefânia, Praça do Chile, Av. Casal Ribeiro, Av. Elias Garcia, Largo do Campo Pequeno, Alameda Cardeal Cerejeira, Av. Ilha da Madeira, Av. Mal. Teixeira Rebelo, Rua do Colégio Militar, Av. José Malhoa, Rua Arco do Carvalhão, Rua de Campolide, Av. das Nações Unidas, Rua Saraiva de Carvalho, Rua Domingos Sequeira, Rua Santana à Lapa, Praça da Estrela, Calçada de Carriche e Paço do Lumiar, Al. das Linhas das Torres, Rua Conde Almoster, Estrada da Luz, Ribeira das Naus, Rua da Escola Politécnica, entre outras.
-Executar o novo projeto Avenida Almirante Reis e Praça Martim Moniz, com mais segurança, melhor circulação e mais árvores.
-Executar a nova Unidade de Execução de Marvila-Beato, para dar vida a 28 hectares de cidade junto ao Tejo.

Aeroporto
Depois de sabermos a decisão de encerrar definitivamente o aeroporto de Lisboa e construir um novo aeroporto internacional fora de Lisboa, preferencialmente no Campo de Tiro de Alcochete, surge agora a questão: o que fazer com aquele terreno?
CDU
-Promover a discussão pública e a construção participada da estratégia urbana relativa à futura utilização dos terrenos do atual Aeroporto de Lisboa, salvaguardando o interesse público, garantindo o interesse das populações, afastando os interesses e as tentações especulativas.
-Exigir ao Governo a construção célere e imediata entrada em funcionamento do Novo Aeroporto de Lisboa e das infraestruturas associadas, no Campo de Tiro de Alcochete, após o que o Aeroporto Humberto Delgado deverá ser de imediato definitivamente desactivado.
-Recusar liminarmente qualquer tentativa de aumento da capacidade aeroportuária do Aeroporto Humberto Delgado, exigindo ao Governo o fim das autorizações para o sobrevoo da cidade por aeronaves no período nocturno, legalmente estabelecido entre as 22h00 e as 7h00. Exigir a redução do número de movimentos por hora.
Viver Lisboa
-Monitorizar e exigir o respeito pela legislação e restrição dos voos noturnos no aeroporto, e com as instituições de ensino superior sediadas na cidade, em parceria com os serviços municipais, promover estudos sobre os impactos na saúde dos residentes e no ambiente da cidade;
-A coligação é contra o aumento da capacidade do número de voos do Aeroporto Humberto Delgado pelo impacto que traz na qualidade de vida dos Lisboetas;
-Iniciar o planeamento e programação do futuro dos atuais terrenos do Aeroporto Humberto Delgado, de forma participada e com o objetivo de construir um novo polo de cidade ambientalmente sustentável.
Por ti, Lisboa
– Projetar um novo espaço verde para a cidade nos futuros terrenos do aeroporto Humberto Delgado.
-Acompanhar o projeto do Novo Aeroporto Luís de Camões e a construção da 3ª travessia do Tejo

Terceira Travessia do Tejo
Entre Chelas e Barreiro, a nova ponte sobre o rio Tejo poderá diminuir tempos, aproximar localidades e criar novas ligações dentro da Área Metropolitana de Lisboa. Estimam-se dez anos de obras, até estar concluída.
Viver Lisboa
-É indispensável que, tanto na nova travessia como nas existentes, sejam criadas vias exclusivas para transportes públicos, que evitem por um lado o aumento da capacidade rodoviária no acesso direto à Cidade de Lisboa, e concretizar uma gestão mais equilibrada da capacidade disponível para o transporte individual
-Deve ainda ser reforçada a oferta e o desempenho dos transportes públicos entre as duas margens.
-A cidade de Lisboa não pode ser onerada de qualquer obra de mitigação do impacto de uma infraestrutura desta natureza. Sendo certo que tais intervenções seriam necessárias caso se concretize a travessia, e indispensáveis, o Município tem de ter uma palavra decisiva na sua concretização
Por ti, Lisboa
-Acompanhar o projeto do Novo Aeroporto Luís de Camões e a construção da 3ª travessia do Tejo

Turismo
Numa altura em que sete novos hotéis na cidade têm abertura prevista para 2026, o que corresponde a mais de 550 quartos, que medidas propõe as coligações para os hotéis, alojamento local e turismo?
CDU
-Ter em conta, no Estudo de Capacidade de Carga Turística (aprovado pela CML em 2019 e novamente em 2023, por proposta do PCP), a análise dos efeitos do crescimento da pressão turística na gestão do risco de acidente em infraestruturas e equipamentos municipais críticos.
-Estudar a reconversão do Terminal de Cruzeiros, revertendo a opção de turismo massificado.
-Concretizar o Estudo da Capacidade de Carga Turística de Lisboa, com vista à criação da Carta Municipal do Turismo a integrar no PDM, conforme proposta do PCP aprovada em 2018.
-Concretizar o Plano Municipal de Acção para a Valorização e Qualificação do Táxi, que prevê: a regulamentação do serviço; a qualificação e aumento de praças, sanitários e sinalização; a substituição de frota por veículos eléctricos; a regulamentação dos Tuk Tuk e dos TVDE, com a criação de um contingente para estes últimos, reduzindo o seu número; a integração em plataformas partilhadas de transporte público.
Viver Lisboa
-Desconcentrar a pressão turística sobre os bairros históricos, promovendo rotas alternativas, diversificando a oferta e apoiando iniciativas da economia social e cultural.
-Lançar um estudo sobre a capacidade de carga turística da cidade e das suas zonas, como base para orientar políticas de licenciamento de unidades turísticas e de reconversão de uso turístico noutros usos.
-Condicionar o apoio municipal ao turismo a critérios de emprego digno, neutralidade climática, inclusão social e envolvimento comunitário, criando uma certificação pública de turismo responsável.
-Pugnar junto do poder central pela municipalização da competência de licenciamento de TVDE e da atividade de tuk-tuk, com vista designadamente à regulação destas atividades de modo adaptado à realidade da cidade
Por ti, Lisboa
-Melhorar a qualidade de vida dos lisboetas através da taxa turística – em particular sobre os navios cruzeiros, investindo mais em higiene urbana, manutenção do espaço público e cultura.
-Promover um turismo mais verde e ecológico com o prémio Green Visitor atribuído anualmente aos estabelecimentos turísticos. se
-Continuar a limitar a circulação e estacionamento de Tuk Tuks nas zonas históricas.
AL e Hotéis
CDU
-Suspender temporariamente a atribuição de novas licenças para unidades hoteleiras, como norma provisória até à revisão do PDM, a qual deverá ter em atenção as conclusões do Estudo da Capacidade de Carga Turística de Lisboa e a Carta Municipal do Turismo, que aguardam concretização como aprovado por deliberação da CML em 2019 e em 2023, por proposta do PCP
-Promover o ajustamento do Alojamento Local a níveis compatíveis com os resultados da avaliação da capacidade de carga turística.
Viver Lisboa
-Condições mais favoráveis para quem converta Alojamento Local em arrendamento de longa duração a preços acessíveis, designadamente isenção de IMI.
-Reforçar os meios humanos e técnicos da fiscalização, com monitorização permanente de plataformas online e mecanismos de denúncia de alojamentos ilegais ou em situação de incumprimento, garantindo justiça para os operadores que cumprem a lei e penalizando quem atua à margem dela.
– Rever e atualizar o Regulamento Municipal de Alojamento Local, mantendo e reforçando zonas de contenção e definindo um rácio de cidade não superior a 5%.
Por ti, Lisboa
– Executar o novo Regulamento para o Alojamento Local, que assegura maior equilíbrio na cidade e reforçar a fiscalização para proteger o bem-estar dos residentes.

Ambiente
Num contexto em que Lisboa integra a lista de 100 cidades europeias comprometidas a atingir a neutralidade carbónica até 2030, as propostas das três coligações para fazer face às alterações climáticas variam. Mas o tema mais premente nos debates e que mais divide talvez seja a gestão de resíduos – “Lisboa está cheia de lixo”, ouve-se vezes sem conta.
Alterações Climáticas
CDU
-Promover intervenções públicas que valorizem a qualidade ambiental, assegurando o combate às consequências das alterações climáticas, promovendo a renaturalização do território, melhorando as qualidades ambientais e sensoriais do espaço público, nomeadamente com a criação de “Passeios Verdes” sombreados com fontes e nebulização, e prioridade pedonal
-Desenvolver o conceito de “contínuo ecológico”, de forma a integrar e a ligar espaços e corredores verdes, naturais, renaturalizados, ajardinamentos, hortas ou logradouros de forma a garantir a funcionalidade ecológica, com refúgio e penetração de espécies e para contribuir para a diminuição de gastos energéticos; regulação de temperaturas, com redução do efeito de “ilha de calor” e de intensidade dos ventos; aumento de solo e de retenção de água; controlo de poluição atmosférica e sonora.
-Combater o ruído e as emissões atmosféricas (incluindo partículas), através da fiscalização e monitorização, tendo em conta os principais focos de poluição, cobrindo zonas residenciais e principais polos de concentração de emprego e serviços públicos – por iniciativa da CML, em articulação com a APA.
Viver Lisboa
-Prosseguir com a expansão da Zonas de Emissões Reduzidas (ZER), começando pela ZER Baixa/Chiado/Avenidas – respeitando a vontade das consultas populares, e implementar de forma faseada e participada um perímetro onde se restrinja o acesso por categoria de veículos e condutores, garantindo exceções para moradores e suas visitas, logística essencial, transportes públicos e emergências.
-Retomar o foco no Plano de Ação Climática, aprovado por unanimidade, mas estagnado, colocando Lisboa na dianteira da ação climática local para convergir com a neutralidade carbónica até 2030, em linha com o compromisso assumido enquanto Capital Verde Europeia e com a missão de 100 cidades neutras em Emissões de Carbono.
-Combater o ruído urbano: implementar o mapeamento estratégico de ruído e as medidas do Plano de Redução de Ruído (redução do tráfego e da velocidade, promoção de veículos elétricos, isolamento acústico em escolas e hospitais expostos).
Por ti, Lisboa
-Alcançar 100% da frota da Carris com zero emissões até 2030.
– Implementar o Contrato Climático da Cidade de Lisboa, tornando-se numa das 100 primeiras cidades na Europa a antecipar para 2030 as metas da neutralidade carbónica.
-Concluir o processo de eletrificação do terminal de cruzeiros de Lisboa, reduzindo as emissões de CO2 e o impacto na vida das pessoas.
Gestão de resíduos
CDU
-Reforçar os meios municipais – humanos, materiais e edificado – no domínio da limpeza e higiene urbana, não apenas na recolha de resíduos, mas avaliando a possibilidade de intervenção da Câmara Municipal em domínios que foram da sua competência e que transitaram para as Juntas de Freguesia, como a varredura, limpeza e deservagem de passeios, lavagem de ruas e gestão de papeleiras.
-Promover uma gestão integrada dos meios materiais afectos à higiene e limpeza urbana, sob responsabilidade da Câmara Municipal, em alternativa à actual multiplicação de meios pelas freguesias. Esta gestão integrada deve envolver um reforço da capacidade das oficinas municipais, acelerando os processos de reparação, manutenção de material e diminuindo os períodos de inactivação desse material e o recurso à externalização de serviços.
-Melhorar a frequência de recolha dos resíduos, adaptar os circuitos de recolha, tendo em vista uma maior eficácia, e promover uma gestão de meios humanos afectos à recolha assente na valorização dos trabalhadores, na redução da penosidade das tarefas executadas, na prevenção dos acidentes de trabalho e das doenças profissionais e na rotatividade de funções, sempre que possível.
Viver Lisboa
-Reforçar e descentralizar a limpeza, aumentando os meios humanos e materiais dedicados à limpeza urbana dos eixos sob responsabilidade da Câmara, bem como reforçar a manutenção dos equipamentos. Fomentar igualmente a utilização de água não potável nas operações de lavagem de ruas, aproveitando redes de águas recicladas para reduzir o consumo de água tratada. Clarificar e reforçar as delegações de competências nas Juntas de Freguesia
-Apostar na recolha de resíduos sete dias por semana nas zonas da cidade de maior produção de resíduos.
-Lançar o programa Cidade “Lixo Zero”: Desenvolver campanhas de educação cívica e melhorar a fiscalização para eliminar o littering (lixo atirado ao chão) e o despejo ilegal de resíduos. Ao mesmo tempo, dotaremos a Polícia Municipal de mais meios para fiscalizar comportamentos de incivilidade, como falta de recolha de dejetos caninos, inscrições ilegais nas paredes e deposição clandestina de entulho ou móveis nas ruas.
Por ti, Lisboa
– Pôr fim à distribuição disfuncional de tarefas, em particular na limpeza de ecopontos e eco-ilhas, centralizando na Câmara Municipal.
-Recolha diária de resíduos indiferenciados, 6 dias por semana.
-Criar a task force “Rua Pronta” composta por gestores de território diariamente na rua para identificar e corrigir ocorrências
Pobreza Energética
CDU
-A requalificação do edificado, dando particular atenção à intervenção nos espaços comuns no sentido da melhoria das acessibilidades e do acesso aos edifícios, incluindo o funcionamento dos elevadores ( com marcas de orientação para pessoas com mobilidade reduzida ou cegas), bem como à melhoria do desempenho térmico dos edifícios, combatendo a pobreza energética. Promover a criação de comunidades de energia renovável.
-A reabilitação das habitações, com melhoria das condições de conforto e utilização, incluindo a optimização do balaço energético e o arrefecimento passivo, a actualização de equipamentos de cozinhas e instalações sanitárias e o estudo de soluções para flexibilização e adaptação tipológica, adaptando os alojamentos à transformação das famílias e às suas necessidades sócioculturais específicas;
-Avançar com o Plano Energético para Instalações Municipais de modo a que obtenham o nível A de eficiência energética, prevendo a instalação de painéis solares e a recuperação de calor.
Viver Lisboa
-Lançar um Programa Municipal de Eco-reabilitação de edifícios, começando pelos bairros municipais – isolamento térmico de fachadas e coberturas, substituição de caixilharias por eficiência energética, instalação de iluminação LED nas partes comuns.
-Avaliar a instalação de uma central fotovoltaica de larga escala para autoconsumo, de iniciativa municipal, que forneça energia renovável ao município e a comunidades locais a baixo custo, contribuindo para combater a pobreza energética.
-Promover e participar na criação de Comunidades de Energia Renovável (CER) e Comunidades de Cidadãos para a Energia em bairros de Lisboa, em especial nos bairros municipais – por exemplo, equipar os telhados de um quarteirão habitacional com solar e partilhar a energia pelos moradores a baixo custo, com a Câmara a facilitar e investir.
Por ti, Lisboa
-Implementar as Comunidades de Energia Renovável com eletricidade a baixo custo para famílias carenciadas.
– Implementar o projeto Lisboa Solar, com sistemas fotovoltaicos em 180 edifícios municipais.
-Continuar a renovação da frota municipal reforçando a eficiência energética.
Gestão de Água
CDU
-Definir uma Estratégia de Renaturalização da cidade, incluindo um plano de permeabilização do solo urbano, nomeadamente em espaços públicos e espaços verdes, com ampliação progressiva das áreas permeáveis da cidade, mobilizando áreas expectantes, espaços vazios ou intersticiais (como logradouros), de forma a garantir o funcionamento dos ciclos da água e da matéria orgânica.
-Assegurar o bom funcionamento técnico das ETARs de Lisboa (prevenindo a emissão de odores desagradáveis), exigindo o cumprimento do contrato de concessão à Águas do Tejo Atlântico. Combater as descargas de águas residuais não tratadas que ainda existem em algumas zonas da cidade. Promover a reutilização das águas tratadas das ETARs de Alcântara, Beirolas e Chelas, nomeadamente na rega de jardins e lavagem de ruas, utilizações susceptíveis de gerar poupança no consumo de água potável
– Concretizar o Plano Geral de Drenagem, na sua globalidade, de forma a que as bacias de retenção (em número suficiente) permitam o aproveitamento das águas e que este não se limite ao seu desvio para o estuário do Tejo.
Viver Lisboa
-Preparar Lisboa para enfrentar os impactos inevitáveis das alterações climáticas, protegendo a população e a infraestrutura, designadamente através de refúgios climáticos e da implementação do conceito de “cidade esponja”, para maior infiltração das águas das chuvas e mitigação dos efeitos de cheias.
-Concluir e implementar o Plano Geral de Drenagem de Lisboa lançado pelo anterior executivo do Partido Socialista, promovendo soluções baseadas na natureza para escoamento das águas pluviais (jardins de chuva, pavimentos permeáveis, valetamentos verdes).
-Implementar redes dedicadas de aproveitamento de água reutilizada proveniente de ETAR (estações de tratamento de águas residuais) e recuperar antigas nascentes e aquedutos em parceria com a EPAL, canalizando essa água para limpezas e regas urbanas.
Por ti, Lisboa
-Continuar a modernizar a gestão da água nos espaços verdes, apostando na reutilização e na sensorização.
– Concluir o Plano Geral de Drenagem, a maior obra deste século, para proteger Lisboa das cheias.
-Ampliar a Rede de Água para Reutilização (Água +) para rega e limpeza.

Segurança
Apesar de ideias diferentes, as três coligações pretendem aumentar o número de polícias municipais, que hoje figura nos 412 elementos. No âmbito da segurança rodoviária, e num contexto em que os últimos dados disponíveis sobre atropelamentos no concelho remontam a 2016, destaca-se a convergência quanto à preocupação para o fim das mortes na estrada.
CDU
-Pugnar por um policiamento preventivo, de proximidade, o que requer a reabertura de es quadras encerradas – desde 2012 foram en cerradas 14 esquadras – e o necessário inves t imento nas esquadras em serviço, nos seus equipamentos, nos recursos humanos e nas condições de trabalho dos agentes da PSP.
-Valorizar a intervenção da Polícia Munici pal, através do aumento dos seus efectivos e da melhoria das suas condições de trabalho, no âmbito das competências que a legislação lhe confere.
-Projectar o reforço da iluminação pública, nas ruas, parques e jardins, através de proces sos que envolvam as comunidades locais.
Viver Lisboa
-Reforçar a segurança urbana através de um conjunto integrado de ações: melhorar e modernizar a iluminação pública em toda a cidade, instalar câmaras de videovigilância nos espaços públicos identificados como críticos em termos de criminalidade e aumentar o policiamento de proximidade: propomos expandir o contingente da Polícia Municipal.
-Proteger quem nos protege: retomar o apoio proativo do Município à PSP, em articulação com o Comando Metropolitano de Lisboa dessa polícia, designadamente do ponto de vista do investimento, com destaque à melhoria e modernização das Esquadras de Lisboa e provisão de soluções de alojamento para os polícias.
-Fomentar as boas práticas dos contratos locais de segurança, onde através de uma abordagem multilateral, é possível encontrar respostas integradas para o território, com atenção ao espaço público, segurança, comunidade e apoio social. Deverá ainda ser revisto o modelo dos conselhos municipais de segurança, com vista a uma maior operacionalidade e proximidade às freguesias
Por ti, Lisboa
– Reposição dos agentes da Polícia Municipal que concluíram o tempo de serviço.
-Novo concurso para integrar mais agentes da PSP na Polícia Municipal.
– Lançar a construção de uma nova esquadra na Praça da Alegria.
Segurança Rodoviária
CDU
-Adaptação de espaço público com medidas de acalmia de tráfego.
– Garantir a centralidade do peão e a sua deslocação em segurança, atentos os vários grupos etários e condições diversas de mobilidade, em espaços públicos livres do carro, com acalmia de tráfego e redução da veloci dade, com implementação de novas “Zonas 30” a fim de concretizar uma Visão Zero – zero acidentes, zero mortes – em Lisboa.
Viver Lisboa
-Implementar integralmente uma Estratégia Municipal de Segurança Rodoviária “Visão Zero”, assumindo o objetivo de eliminar as mortes e ferimentos graves nas ruas de Lisboa.
-Afetar pelo menos 50% da receita de contraordenações rodoviárias associadas à segurança rodoviária à melhoria da segurança das vias.
-Melhorar a resposta pós-acidente: equipas multidisciplinares analisarão cada acidente grave ocorrido em Lisboa. O compromisso é claro: a perda de vidas em sinistros rodoviários não é aceitável nem inevitável.
Por ti, Lisboa
-Prosseguir a renovação da sinalização vertical, passadeiras e semáforos para melhorar a segurança rodoviária.
-Continuar a reduzir a circulação de automóveis e veículos pesados nas zonas históricas, com controlo da entrada de veículos.

População
Quais as medidas das três coligações para as pessoas em situação de sem-abrigo, para os mais jovens, os idosos e os imigrantes?
Pessoas em Situação de Sem-Abrigo
CDU
-Promover a participação das pessoas em situação de sem-abrigo na concepção de soluções adequadas às diferentes situações, garantindo o cuidado social e de saúde (física e mental).
-Reforçar e requalificar a rede de Centros de Acolhimento Temporário (CAT) e Núcleos de Apoio Local (NAL) – realizar obras no CAT do Beato, requalificar e aumentar o investimento no CAT Xabregas e nos Albergues Nocturnos de Lisboa, criar melhores condições de locais condignos no NAL de São Vicente, garantindo que são disponibilizadas valências de alimentação, saúde física e mental, integração, apoio social e jurídico –, a par de uma resposta de acolhimento/admissão em permanência (24 horas por dia, 7 dias por semana).
-Planear novos NAL em outras zonas da cidade – na zona ocidental, zona oriental (Parque das Nações) e zona norte (Benfica).
-Reforçar o financiamento das Equipas de Rua que intervêm junto de pessoas em situação de sem-abrigo, trabalhando com os próprios soluções de integração e autonomia, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, as IPSS, associações e outras instituições.
Viver Lisboa
-Promover a erradicação da situação de sem abrigo: Duplicar a iniciativa Housing First, assegurando um teto a quem vive na rua, bem como o acompanhamento por equipas multidisciplinares de apoio social e de saúde. Dar prioridade à recuperação da dignidade e estabilidade dessas pessoas, reduzindo o recurso aos albergues de emergência e promovendo, ao longo do mandato, a desativação da resposta de emergência criada na Manutenção Militar (Beato)
-Requalificar e redimensionar a resposta de emergência habitacional existente – centros de acolhimento mais pequenos, humanizados e com melhor apoio técnico ou apartamentos partilhados – para servirem de retaguarda em situações de emergência, garantindo que ninguém fique sem resposta imediata.
-Reforçar o combate à pobreza e exclusão: Implementar, no âmbito da rede social, programas integrados de ação social de proximidade, em parceria com IPSS, associações locais e movimentos comunitários, de modo a melhorar a capacidade de identificação e apoio a famílias em situação de carência (alimentar, energética, habitacional ou outra) ou a pessoas em situação de sem-abrigo.
Por ti, Lisboa
-Continuar a implementar o Plano Municipal para a Pessoa em Situação de Sem
Abrigo 2024-2030 com um investimento de 70 milhões de euros.
-Prosseguir com o apoio habitacional no modelo “Casa Primeiro” para pessoas em situação de sem-abrigo.
-Criar um programa de formação profissional para integrar pessoas em situação de sem abrigo em postos de trabalho na CML, Empresas Municipais e Juntas de Freguesia.
Jovens
CDU
– Criar programas de ocupação de tempos livres, no período das férias escolares, visando o desenvolvimento motor, cognitivo, afetivo e social saudável e harmonioso das crianças e jovens. Assegurar o funcionamento de programas desta natureza durante todos os períodos de férias escolares (a partir do pré-escolar) com actividades de índole artística, desportiva e lúdica, a preços acessíveis.
-Assegurar programas específicos de atividade desportiva organizada para crianças, jovens e população idosa, que possibilitem a prática generalizada de todos os tipos de desportos.
-Garantir a efectiva aplicação de uma política de descontos para jovens no acesso aos eventos culturais na cidade.
Viver Lisboa
-Reforçar a ligação dos jovens de Lisboa ao rio, promovendo atividades náuticas no âmbito das atividades escolares
-Lançar um programa de voluntariado juvenil que mobilize jovens de 15 a 30 anos, especialmente dos bairros BIP/ZIP, em projetos sociais, ambientais, culturais e digitais. O programa oferecerá formação, bolsas simbólicas e plataformas digitais de participação e avaliação pública.
– Criar mais espaços lúdicos e inclusivos. Construir parques infantis e juvenis em várias freguesias, dotando-os de equipamentos diversificados (desde jogos tradicionais a arborismo), adaptados a crianças com deficiência ou neurodivergência, e garantindo gestão de proximidade pelas juntas de freguesia.
Por ti, Lisboa
-Reforçar o programa “Joga Lisboa” para desenvolver o desporto como fator educativo, social e de inclusão em crianças e jovens dos 5 aos 14 anos, e que já conta com mais de 2000 inscritos em todas as freguesias.
-Implementar a estratégia “Cidade Amiga das Crianças” em parceria com a UNICEF.
-Fomentar o crescimento do projeto Orquestra Geração em Lisboa.
População Idosa
CDU
-Criar Centros Intergeracionais, entre os quais aqueles já previstos, mas não concret izados, como o da Ajuda, no Hospital Militar de Belém, que entre as suas valências devem incluir serviços de apoio e de promoção de condições para a vida activa dos mais velhos, através de encontros, actividades artísticas e desportivas e do estímulo à participação na vida da comunidade.
-Promover políticas municipais orientadas para um envelhecimento activo e saudável, designadamente com iniciativas com desporto sénior, actividade desportiva informal, uso de espaços verdes e de lazer, manutenção de actividade intelectual – universidades seniores, associativismo, actividades recreativas e culturais. Exigir do governo políticas de saúde orientadas para o envelhecimento, com um adequado número de infraestruturas, profissionais e técnicos.
-Promover o combate à exclusão, ao isolamento e solidão dos mais velhos, com o reforço da rede social em cada bairro, nomeadamente com projectos de actividades intergeracionais nas escolas
Viver Lisboa
-Desporto para todas as idades: Promover uma cidade ativa, integrando a prática desportiva no dia a dia das pessoas. Para a população sénior, lançaremos um Programa Municipal de Atividade Física específico: aulas regulares de ginástica, dança, natação ou caminhadas em grupo, gratuitas ou a custo simbólico, organizadas nos centros de dia, parques e piscinas municipais.
-Promover o envelhecimento digno e ativo: Implementar uma estratégia abrangente para que os seniores possam envelhecer com dignidade e autonomia na sua comunidade. Como projeto emblemático, será criado o Centro Intergeracional da Ajuda, que reunirá no mesmo campus uma residência sénior e uma creche, conforme recomendação já aprovada pela Assembleia Municipal. O centro promoverá programas estruturados de interação intergeracional entre crianças e idosos, garantindo atividades conjuntas de aprendizagem, partilha de saberes e apoio mútuo. Implementar, em parceria com o setor social, um programa comunitário de apoio domiciliário que auxilie leve ajuda a casa dos idosos isolados: desde entregas de refeições, visitas de companhia, apoio na higiene habitacional, até serviços de teleassistência.
-Desenvolver um programa comunitário de apoio domiciliário a pessoas mais idosas, com particular atenção para os casos de isolamento e solidão indesejada, envolvendo associações e organizações, profissionais de saúde, comunidade, familiares e cuidadores.
Por ti, Lisboa
-Continuar o Plano Saúde 65+ para disponibilizar cuidados de saúde gratuitos à população.
-Expandir as Universidades Sénior, com mais oferta e mais locais de aprendizagem
– Alargar a mais freguesias o programa Lisboa +55 para fomentar o envelhecimento ativo.
Imigrantes
CDU
-Criar um Centro Vocacionado para a In formação e acompanhamento de Imigrantes – “Embaixada Solidária” – , para a sua inserção no mercado de trabalho e na comunidade, que divulgue e apoie as acções de aquisição de competências profissionais e linguísticas em colaboração com outras instituições, e que seja veículo de informação e esclarecimento acerca dos seus direitos e deveres
-Reforçar a oferta de cursos de iniciação à língua portuguesa para imigrantes, nas escolas, associações e bibliotecas, adaptados a níveis e horários pós-laborais.
-Desenvolver actividades de apoio às crianças imigrantes no processo de aquisição da nova língua, servindo de complemento à disciplina de Português Língua Não materna.
Viver em Lisboa
-Rever o Plano Municipal para a Integração de Migrantes de Lisboa, reforçando uma ação intersectorial e centrada na pessoa imigrante, reforçando campanhas de informação sobre racismo e xenofobia.
-Reforçar as respostas de formação em português como língua de acolhimento e cursos permanentes.
-Reforçar o apoio às associações de apoiam pessoas migrantes para facilitar o seu processo de integração
Por ti, Lisboa
– Promover a regulação equilibrada e humanista da imigração para acolher de forma digna quem escolhe Lisboa para viver, e combater a imigração ilegal.
-Implementar o Plano Municipal para a Integração de Migrantes, focando no emprego e educação.
-Reforçar a Plataforma do Emprego de Lisboa, que reúne oportunidades de trabalho e de formação na cidade, traduzidas em 15 línguas.

Cultura
CDU
-Criar um novo Programa Estratégico para as Bibliotecas Municipais, que entre outros, reforce a rede com o já previsto aumento de 18 para 26 bibliotecas. Reforço do investimento nas bibliotecas municipais em termos de número de trabalhadores, de obras no edificado e que assegurem a adequada climatização dos espaços, a melhoria da acessibilidade, para a resolução de problemas urgentes há muito identificados (exemplos: Bibliotecas de Belém, Orlando Ribeiro, Marvila, Camões, Coruchéus, Palácio Galveias). Articular com a rede da Carris o reforço do serviço junto de Bibliotecas mal servidas de transportes públicos (por exemplo, Marvila).
-Consolidar e potenciar a realização do Festival Internacional de Literatura e de Língua Portuguesa “Lisboa Cinco L” (Língua, Livros, Literatura, Leituras e Livrarias), alargando a sua visibilidade internacional e o seu impacto a toda a cidade, e efectivar o projecto inicial de articulação com as escolas, universidades, livrarias independentes, freguesias e outros parceiros, envolvendo a população local e garantindo uma diversidade estética, diferenciação de géneros e públicos.
-Apoiar a iniciativa e produção dos agentes culturais com critérios justos, transparentes e escrutináveis, no quadro de uma política de democratização cultural. Suprir os problemas associados aos atrasos na atribuição de apoios no âmbito do Regulamento de Atribuição de Apoios pelo Município de Lisboa (RAAML).
Viver Lisboa
-Reforçar a dotação orçamental municipal para a Cultura, assegurando recursos adequados para combater a suborçamentação histórica do setor. Isto permitirá melhores condições de funcionamento da Direção Municipal de Cultura e da EGEAC (Lisboa Cultura), reforço dos apoios financeiros, maior celeridade nos processos de atribuição de apoios e intensificação das ações de preservação do património cultural.
-Retomar a criação do Conselho Municipal de Cultura, como espaço de participação plural e democrática, reunindo representantes do setor cultural, da sociedade civil, das freguesias e especialistas, com a missão de acompanhar, avaliar e propor estratégias para a política cultural da cidade.
-Transformar o programa “Um Teatro em Cada Bairro” em “Lugares de Cultura”, espaços flexíveis e plurais dedicados a múltiplas linguagens artísticas, co-programados com comunidades locais e capazes de aproximar a cultura das populações.
Por ti, Lisboa
-Afirmar Lisboa como Capital Europeia da Arte Contemporânea, com espaços como o novo Pavilhão Julião Sarmento, o Museu de Arte Contemporânea de Lisboa e o Museu do Design (MUDE).
-Promover a revisão programática e recuperação dos espaços do Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, Torreão Poente do Terreiro do Paço, Teatro Romano e Museu do Fado.
-Criar um novo Plano de Pormenor para o Parque Mayer para permitir o desenvolvimento de novos espaços de cultura e lazer
Coletividades
CDU
-Concretizar o Gabinete de Apoio às Colectividades (GAC) em situação de emergência proposta do PCP, aprovada em 2025, com a identificação de todas as colectividades em situação de vulnerabilidade e/ou emergência, com avaliação célere da possibilidade de atribuição de espaços municipais disponíveis, com apoio na concretização das candidaturas municipais a programas de apoio (RAAML, FES, PMAD, entre outros) e com a criação de um Fórum Anual de Encontro das Colectividades da cidade, para intercâmbio de experiências e boas práticas. Criar, no âmbito do GAC, o Observatório do Associativismo da Cidade de Lisboa.
-Criar a “Casa das Colectividades”, espaço de acolhimento para colectividades sem sede social
-Concretizar o Gabinete de Apoio às Colectividades (GAC) em situação de emergência proposta do PCP, aprovada em 2025, com a identificação de todas as colectividades em situação de vulnerabilidade e/ou emergên cia, com avaliação célere da possibilidade de atribuição de espaços municipais disponíveis, com apoio na concretização das candidaturas municipais a programas de apoio (RAAML, FES, PMAD, entre outros) e com a criação de um Fórum Anual de Encontro das Colectivida des da cidade, para intercâmbio de experiên cias e boas práticas. Criar, no âmbito do GAC, o Observatório do Associativismo da Cidade de Lisboa.
-Mandatar a EGEAC para a revisão do Regulamento das Marchas Populares de Lisboa, de forma a valorizar e a fomentar a participação das colectividades.
Viver Lisboa
-Realizar um mapeamento das organizações existentes e do impacto do seu trabalho, promovendo o trabalho em rede com as Juntas de Freguesia e a Câmara Municipal, de forma a potenciar respostas conjuntas para os munícipes.
-Aproximar as organizações do 3.º setor do tecido empresarial, promovendo parcerias e novas formas de financiamento para as atividades sociais, culturais e desportivas;
-Criar uma bolsa de espaços acessíveis em diferentes freguesias, a custos reduzidos, que possa ser partilhada por várias organizações, fomentando sinergias e o fortalecimento da rede associativa.
Por ti, Lisboa
-Reforçar o apoio financeiro ao associativismo desportivo e a colaboração com instituições do setor.
-Rever a Carta BIP/ZIP para desenvolver mais parcerias locais.
-Reforçar as parcerias com as associações e o setor empresarial para fomentar a responsabilidade social corporativa.

Educação
CDU
-Criar o Programa de Requalificação das Escolas da rede pública, a cargo do município, de acordo com prioridades definidas e em articulação com os agrupamentos de escolas, auscultando os pais e estudantes e garantindo equipamentos dignos, inseridos em envolventes urbanas planeadas e seguras.
-Assegurar uma rede pública e gratuita de Creches e Ensino Pré-Escolar, com cobertura de toda a cidade e apostar na prevenção do abandono e exclusão escolares, melhorando a qualidade de ensino, com mais e melhor Acção Social Escolar.
-Assegurar a educação inclusiva, garantindo os direitos das crianças e jovens com necessi dades de saúde especiais, no âmbito das com petências municipais. Promover uma resposta de apoio às famílias no 2º e 3º ciclo, dirigido às crianças com necessidades de saúde especiais.
Viver Lisboa
-Rever a Carta Educativa de Lisboa. Verificar as necessidades de aumento de rede de forma a responder a todas as crianças. Atualizar as áreas de influência das escolas, favorecendo a diversidade social. Verificar a necessidade de escolas novas ou rever a dimensão adequada dos estabelecimentos. O objetivo é garantir maior equidade no acesso e melhor utilização dos recursos, combatendo tanto a sobrelotação como o subaproveitamento.
-Tornar universal o acesso a creches no concelho. Aumento da rede municipal de creches com acesso gratuito. Esta rede será distribuída pelas freguesias de acordo com as carências identificadas.
– Relançar a reabilitação e manutenção regular das escolas. Implementar um programa robusto de reabilitação do edificado escolar, com critérios transparentes para priorizar intervenções, designadamente em face da respetiva resiliência sísmica. Garantir manutenção periódica de refeitórios, espaços exteriores e ginásios, criando condições mais seguras, confortáveis e inclusivas. É necessário recuperar a oportunidade perdida no presente mandato da recuperação de escolas do 2.º e 3.º ciclo e reabilitar mais Escolas Básicas e Jardins de Infância, prosseguindo com a agregação de valências entre o pré-escolar e o 1.º ciclo, aumentando as vagas existentes.
Por ti, Lisboa
-Construir 4 creches: Entrecampos, Encarnação, Bairro da Boavista e Misericórdia. •
-Construir 6 escolas e jardins de infância: Estrela, Stª Isabel, Olivais, Arco do Cego, Penha de França e Parque das Nações.
– Implementar o plano de requalificação das escolas do 1.º ciclo e pré-escolar e das escolas básicas 2, 3 e secundárias, transferidas para o Município no âmbito da descentralização de competências.

Saúde
CDU
-Definir um programa, em articulação com as autoridades de saúde, na área da saúde pública, de promoção da saúde das populações, com especial foco naquelas mais vulneráveis, incidindo na qualidade do ar, no controlo de vectores e salubridade das habitações e do meio envolvente.
-Manter em funcionamento os seis hospitais do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central (São José, Santa Marta, Capuchos, Estefânia, Curry Cabral, Maternidade Alfredo da Costa) e também o Hospital Júlio de Matos e o Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto. Não obstante a construção do Hospital Lisboa Oriental, que deverá ser de gestão pública, a CML deve, por intermédio dos instrumentos ao seu dispor, nomeadamente no domínio do planeamento, garantir que estas unidades e o solo em que estão implantadas não são susceptíveis de ter um uso distinto do actual, admitindo uma eventual reorientação do perfil de algumas das unidades, reforçando carências existentes, em áreas como os cuidados continuados, entre outras.
-Exigir ao Governo mais profissionais de saúde, sobretudo, médicos de família e enfermeiros para os centros de saúde de Lisboa. Apoiar as populações na defesa dos serviços de saúde e também a acção das Comissões de Utentes.
Viver Lisboa
-Recuperar o atraso na construção dos Centros de Saúde de nova geração (dos 14 planeados, apenas 8 estão em funcionamento) e acelerar a identificação de necessidades, bem como a requalificação dos que já existentes
-Reforçar a cooperação com o SNS para a melhoria das instalações nos cuidados de saúde de proximidade, reavaliando a necessidade de construção de mais unidades de saúde de nova geração (para além das de Parque das Nações, Ribeira Nova e Campo de Ourique, as de Telheiras e Arroios), e promovendo a expansão da rede de cuidados continuados e paliativos.
-Reforçar os serviços de apoio domiciliário a idosos, doentes crónicos e pessoas com mobilidade reduzida, em articulação com IPSS e juntas de freguesia, bem como criar uma base de dados partilhada das ofertas sociais existentes no concelho, no âmbito da Rede Social, com vista a que os serviços de saúde melhor possam encaminhar os utentes.
Por ti, Lisboa
-Entregar 3 novos centros de saúde aos lisboetas: Campo de Ourique, Parque das Nações e Ribeira Nova.
– Ampliar o Projeto +Saúde com clínicas de proximidade gratuitas para os residentes locais, como é o caso da Alta de Lisboa e Bairro do Armador.
-Acompanhar a construção do novo Hospital de Lisboa Oriental.

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Obrigada pela serviço público que prestam todos os dias, em particular neste caso em que a sistematização da informação sobre as coligações candidatas às autárquicas foi de enorme utilidade. Muito obrigada! Inês Queiroz
Que bom saber que o nosso trabalho foi útil. Obrigada nós, Inês!