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A mão minhota na cozinha de Alvalade

Quando pensamos nos primórdios da restauração lisboeta, pelo menos naquela mais sofisticada e de conforto, com epicentro na Baixa pombalina e amplamente esmiuçada na generalidade da literatura novecentista, vem-nos logo à cabeça a importante diáspora galega que se começou a instalar na cidade a partir do final do século XVII. O Ramiro ou o Gambrinus, […]

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