Lisboa cheira a verniz e a nervos disfarçados de charme. É 24 de novembro de 1959 e eu, que não devia estar aqui, estou. Entrei com um nome emprestado com peso de duques lombardos e que transpira intriga palaciana: “de Lancastre e Melo Visconti”. “Lancastre” e não “Lencastre”, que lhe dá logo um tom mais […]
