Nas suas campanhas mais importantes, mas sem norma nem lei que o obriguem, a seleção portuguesa oferece-se um cognome ou alcunha. Os cabo-verdianos chamam “nominho” a esses títulos, coisa de usar ao peito e lá em casa (às vezes grande como um povo), para crescer connosco, em memórias e conversas, num misto de orgulho e […]
