Publicado emFala-me de ti, Lisboa

“Vai mas é para a tua terra!”: mês da história negra e misturas na Calçada do Combro

Há dias, 5 de fevereiro, 4 da tarde, inverno desgraçado, pela Calçada do Combro abaixo, adivinhando o Tejo enevoado, não cheguei lá. Não por os avisos prevenirem mais chuva, vento, inundações, mas porque eu tinha um encontro luminoso com meus patrícios mais queridos. Daqueles de chegar perto deles e apetecer-nos sempre um abraço de agradecimento. […]

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