Mitsu
Foto: Oliver Zaciu.

Observar o chef Shin a trabalhar arduamente nos delicados cortes de atum bluefin e de wagyu A5 já é, por si só, um verdadeiro espetáculo. Muitos omakases apresentam-se como “experiências” e, embora todos transmitam algum charme e diversão, poucos oferecem um vislumbre do silencioso génio das mãos de um mestre.

A precisão de Shin com o arroz e com cada corte de peixe é um exemplo perfeito das famosas 10.000 horas de prática a darem frutos, uma habilidade lapidada ao longo de décadas de treino — algo que eu só tinha testemunhado em Tóquio. O mais bonito de visitar o Mitsu é também poder assistir à mentoria de Shin sobre o co-chef Razu, um jovem que segue os passos deste grande mestre.

Juntos, entregam um jantar omakase descontraído, mas sempre elegante, que te leva das ostras ao wagyu e ao nigiri.


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